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Simulado CPA - Módulo 2

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1. Rebeca trabalha na distribuição de produtos financeiros em uma instituição de investimento, assessorando clientes na escolha de fundos. Durante uma reunião com um investidor qualificado, surge uma dúvida sobre a estruturação dos fundos de investimento, especialmente no que diz respeito à segmentação entre classes e subclasses de cotas.
O investidor demonstra interesse em entender como essa estrutura pode permitir maior flexibilidade na personalização dos produtos financeiros sem comprometer a gestão dos ativos. Ele quer saber, por exemplo, se um mesmo fundo pode oferecer diferentes opções de
liquidez e custos, sem alterar a política de investimentos do fundo.

Diante da dúvida do investidor, Carla deve fornecer o seguinte esclarecimento:

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2. Você está participando de uma Assembleia Geral de Cotistas do fundo "Horizonte Global", que recentemente adaptou seu regulamento à Resolução CVM 175. Durante a sessão, um grupo de investidores demonstra confusão sobre a estrutura de custos e as funções dos prestadores de serviço. O investidor Sr. Alberto questiona: "Eu vi que o valor da minha cota oscila todo dia, mas não entendo se a taxa de administração e a taxa de gestão já foram tiradas desse valor ou se receberei um boleto no final do ano. Além disso, quem é que eu devo cobrar se as ações compradas pelo fundo forem inadequadas: quem cuida da papelada (Administrador) ou quem escolhe as ações (Gestor)?"

Considerando as regras de transparência e a segregação de funções estabelecidas pela CVM 175, qual deve ser a explicação correta dada aos cotistas na assembleia?

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3. Rafael foi promovido a especialista de investimentos em seu banco e está aprofundando seus conhecimentos sobre fundos de renda fixa para orientar seus clientes com mais segurança. Durante um treinamento interno, ele estuda um Fundo de Investimento Referenciado DI e
aprende que ele possui duas classes de cotas, cada uma com características distintas. A Classe A, que investe exclusivamente em títulos públicos federais, sendo a alternativa mais conservadora, e a Classe B, que aplica recursos em cotas de outros fundos, mas apresenta
subclasses com características diferenciadas:
Subclasse 1: permite uma pequena parcela de investimentos em títulos privados, desde que sigam critérios rigorosos de risco.
Subclasse 2: oferece isenção de taxa de administração para aplicações acima de um determinado valor.
Subclasse 3: mantém uma reserva de liquidez maior para minimizar impactos em momentos de resgates elevados.
Durante o treinamento, Rafael percebe que essa estrutura não é comum entre fundos desse tipo e deseja compreender melhor o impacto dessas características na escolha dos investidores. Ao aprofundar seus estudos sobre fundos de investimento, Rafael percebeu que algumas
estruturas apresentam particularidades que podem impactar os investidores de formas distintas.

Para interpretar corretamente essas diferenças e saber orientar seus clientes, Rafael precisa compreender que:

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4. Mônica, profissional certificada pela ANBIMA, está auxiliando André, que deseja investir em títulos de renda fixa emitidos por empresas que não sejam instituições financeiras. Ele ouviu falar sobre debêntures, certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e Certificados de
Recebíveis do Agronegócio (CRA), mas tem dúvidas sobre o funcionamento desses investimentos e seus principais riscos. Durante a conversa, André expressa preocupação com a segurança desses títulos, pois sabe que alguns investimentos de renda fixa possuem
cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Ele quer entender se os títulos privados não emitidos por bancos contam com algum tipo de proteção contra inadimplência e quais aspectos deve avaliar antes de investir.

Diante da preocupação de André com a segurança dos títulos privados não emitidos por bancos, Mônica deve esclarecer que:

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5. Rodrigo, profissional certificado, está atendendo Marcelo, que busca alternativas de investimento em renda fixa privada e deseja avaliar se as debêntures são adequadas para sua carteira. Marcelo ouviu que as debêntures podem oferecer rentabilidade atrativa e superar
investimentos bancários, mas tem dúvidas sobre os diferentes tipos e suas garantias. Durante a conversa, menciona que pretende investir em uma debênture emitida por uma empresa do setor elétrico, pois acredita que todos os títulos desse segmento possuem garantias e baixo
risco de crédito. Agora, Rodrigo precisa esclarecer qual é o critério correto para avaliar a segurança de uma debênture e se o setor de atuação da empresa emissora influencia esse fator.

Considerando a intenção de Marcelo de investir em debêntures do setor elétrico, Rodrigo deve esclarecer que a segurança desse investimento dependerá principalmente de:

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6. Um casal busca orientação para investir em previdência complementar. O marido possui um horizonte de resgate de apenas 3 anos, enquanto a esposa planeja manter seus recursos investidos por 12 anos. Ambos buscam a máxima eficiência tributária possível. Você deve orientá-los sobre a escolha entre as tabelas Progressiva e Regressiva.

Considerando os horizontes de resgate do casal, qual é a recomendação técnica mais adequada para cada um?

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7. Dra. Mariana, dentista, atua como autônoma e recebe um pró-labore mensal de R$ 1.000,00. Ela busca orientação para iniciar um planejamento previdenciário visando o longo prazo. Mariana declara seu Imposto de Renda (IRPF) pelo modelo simplificado e desconhece a diferença entre os planos PGBL e VGBL. Ela questiona: "Para o meu perfil, que declara pelo simplificado e tem essa renda, qual plano me oferece a melhor vantagem fiscal? Devo buscar o que permite deduzir da base de cálculo ou aquele que incide apenas sobre o rendimento no futuro?"

Considerando as características tributárias do PGBL e do VGBL, qual é a recomendação técnica mais adequada para a situação de Dra. Mariana?

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8. Henrique, gerente bancário, atende Gabriela, uma cliente que mantém todo o seu dinheiro na caderneta de poupança, pois acredita que esse investimento é seguro, livre de impostos e sempre rentável. Gabriela leu notícias sobre a taxa Selic e seu impacto na rentabilidade da
poupança, mas ainda tem dúvidas sobre como isso afeta seus rendimentos. Ela também deseja entender se há situações em que a poupança pode render menos do que outros investimentos de renda fixa.

Considerando as dúvidas de Gabriela, Henrique deve informá-la de que:

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9. O Dr. Carlos possui um saldo acumulado de R$ 75.000,00 em um plano PGBL (aporte único realizado há 9 anos). Devido a uma emergência, ele decide realizar um resgate parcial de 1/3 do seu saldo total. Considerando que o plano segue a Tabela Regressiva, qual será o valor do imposto de renda retido na fonte sobre este resgate?

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10. Marcelo é um investidor de varejo que aplica no fundo "Multiestratégia Dinâmico". Ao ler a lâmina de informações essenciais, ele percebe que o fundo é dividido em diferentes "Subclasses". Ele nota que a Subclasse "V" (Varejo) possui uma taxa de administração de 1,50% ao ano, enquanto a Subclasse "Q" (destinada a Investidores Qualificados) possui taxa de 0,80% ao ano e permite o uso de derivativos para alavancagem, algo que não está disponível na sua subclasse. Marcelo questiona seu gerente se é legalmente permitido que um único fundo ofereça condições de custo e níveis de risco tão distintos entre seus cotistas e se o prejuízo de uma subclasse alavancada pode vir a "contaminar" o seu dinheiro na subclasse de varejo.

Com base nas inovações da Resolução CVM 175 sobre a estrutura de classes e subclasses, qual deve ser a explicação correta sobre a diferenciação de taxas, riscos e a responsabilidade entre elas?

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11. José é um investidor de perfil moderado que procura equilibrar risco e retorno, visando obter rendimentos superiores aos dos investimentos tradicionais de renda fixa, mas sem recorrer à renda variável. Com esse objetivo em mente, ele está explorando o mercado de crédito privado para encontrar o tipo de debênture que mais se alinhe ao seu perfil, sendo que, para fugir da renda variável, José deve evitar um tipo específico de debênture, que possui componente de renda variável.

Considerando-se as demandas de José, ele deve evitar as:

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12. Fernanda, gerente bancária, está auxiliando seu cliente, Rafael, que deseja investir em títulos de renda fixa lastreados em crédito imobiliário. Ele ouviu falar sobre a Letra Hipotecária (LH), mas não tem certeza sobre como funciona esse tipo de investimento e se ele se encaixa no seu perfil de investidor. Rafael mencionou que busca um investimento seguro, de longo prazo, que tenha uma rentabilidade previsível e que seja lastreado em ativos imobiliários, mas tem dúvidas sobre a garantia e a segurança desse título. Durante a conversa, Rafael questiona Fernanda sobre o que aconteceria caso os devedores dos créditos imobiliários que lastreiam a LH não honrassem seus pagamentos e se isso impactaria sua aplicação.

Para esclarecer a dúvida de Rafael, Fernanda deve explicar que:

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13. Ricardo aplicou em um fundo de renda fixa com prazo de 1 ano. Ao resgatar sua aplicação, observou a incidência de imposto de renda sobre os rendimentos.

Considerando a tributação aplicável aos fundos de investimento de renda fixa, é correto afirmar que:

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14. Vinícius, profissional certificado pela ANBIMA, está atendendo um cliente que investe na B3 e deseja compreender os impactos dos grupamentos e desdobramentos de ações em sua carteira. O cliente menciona que possui 1.000 ações de uma empresa que anunciou um
desdobramento na proporção de 1 para 5 e quer saber como isso afetará seu patrimônio e a quantidade de ações que terá após o evento. Agora, Vinícius precisa esclarecer qual será o efeito do desdobramento sobre o investimento do cliente.

Em um desdobramento de ações como o descrito, o efeito para o investidor será o seguinte:

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15. Dona Helena é acionista da "Varejo Forte S.A.", empresa já listada na B3, e acompanha com interesse o anúncio de um follow-on (oferta subsequente) pela companhia. Ela está confusa sobre o que isso muda em sua posição de sócia. O comunicado ao mercado indica que a oferta será mista: uma parte dos recursos irá para o caixa da empresa financiar novos centros de distribuição (oferta primária), e outra parte das ações virá de um acionista majoritário que deseja reduzir sua participação (oferta secundária). Helena procura você, seu consultor certificado, pois teme que, ao emitirem novas ações, sua participação no lucro da empresa seja reduzida e quer saber qual parte da operação é, de fato, benéfica para a empresa.

Ao explicar a estrutura da oferta mista de follow-on para Dona Helena, qual deve ser a sua orientação técnica sobre a destinação dos recursos e o risco de diluição?

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16. Sr. Arnaldo, aposentado, está pagando juros abusivos no cartão de crédito e decidiu tomar um empréstimo para quitar essa dívida. Ao consultar seu Internet Banking, ele encontra três opções: 1) Financiamento de Veículos (Taxa: 1,9% a.m.); 2) Crédito Consignado com desconto em folha (Taxa: 2,5% a.m.); e 3) Crédito Pessoal (Taxa: 6,0% a.m.). Atraído pela menor taxa, Arnaldo tenta contratar o financiamento de veículos para usar o dinheiro e limpar seu nome. No entanto, ele nota que o sistema solicita os dados do chassi e a nota fiscal do automóvel para liberar o recurso. Frustrado, ele procura você, profissional CPA, para entender por que não pode usar o crédito mais barato (veículos) para resolver seu problema financeiro.

Considerando a situação de Sr. Arnaldo e as características dos produtos de crédito mencionados, qual deve ser a explicação técnica correta a ser dada ao cliente?

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17. Carolina, uma profissional do mercado financeiro, está atendendo Rafael, investidor que possui parte de seu patrimônio em ações e deseja entender melhor os proventos pagos pelas empresas listadas na B3. Rafael observou que recebeu pagamentos de dividendos e Juros
sobre Capital Próprio (JCP) em sua conta na corretora. No entanto, ao analisar os valores, percebeu que o montante líquido recebido dos JCPs foi inferior ao valor anunciado pela empresa emissora. Sem compreender a razão dessa diferença, Rafael acredita que houve um
erro no pagamento e questiona Carolina sobre o motivo pelo qual o valor líquido dos JCPs foi menor do que o esperado.

Após analisar o extrato de Rafael e sua dúvida sobre os Juros sobre Capital Próprio (JCP), Carolina deve esclarecer que:

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18. Beatriz é cliente do segmento Alta Renda e possui em sua custódia 1.000 ações da empresa "Tecnologia Global S.A.", atualmente cotadas a R$ 100,00 cada. Ela recebe uma carta da companhia informando que foi aprovado em Assembleia Geral um movimento societário na proporção de 1 para 10. Beatriz, preocupada, entra em contato com você, seu consultor certificado, pois não entende se isso significa que ela terá que pagar por novas ações ou se sua participação na empresa será reduzida. Ela questiona: "Agora que terei 10.000 ações, minha fatia de controle na empresa aumenta ou eu serei diluída porque haverá muito mais ações no mercado?"

Ao explicar o evento de desdobramento (split) para Beatriz, qual deve ser a sua orientação técnica e ética sobre o impacto dessa operação no patrimônio e na participação dela?

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19. Roberta deseja investir em Fundos Imobiliários (FIIs) e está comparando duas opções disponíveis. O FII Alpha cobra uma taxa de administração fixa de 1,5% ao ano, mas não tem taxa de subscrição. Já o FII Beta tem uma taxa de administração menor, de 1,0% ao ano, mas exige uma taxa de subscrição de 2% no momento da compra das cotas. Roberta quer entender o impacto dessas taxas antes de tomar sua decisão e procura um especialista de investimentos para maiores esclarecimentos.

Uma explicação clara que o especialista pode dar a Roberta para ajudá-la a entender as diferenças entre os dois FIIs é que:

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20. Diogo, professor de Geografia, procurou seu gerente bancário para avaliar opções de empréstimos, pois enfrentará uma redução temporária no salário, devido ao cancelamento de algumas aulas previamente agendadas. Durante a conversa, ele demonstrou interesse pelo
empréstimo consignado, mas manifestou dúvidas sobre o valor máximo que pode ser descontado diretamente de seu salário para o pagamento das parcelas. Diante dessa preocupação, o gerente precisa explicar corretamente a limitação legal sobre os descontos aplicáveis ao empréstimo consignado.

A explicação correta a ser fornecida pelo gerente é:

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21. Lucas é um investidor conservador que busca preservar seu capital enquanto ganha um retorno constante. Ele tem algumas economias e deseja investir em títulos públicos. Lucas está particularmente preocupado com a inflação e quer garantir que seu investimento
mantenha seu poder de compra ao longo do tempo, mesmo no caso de uma disparada inflacionária.

Lucas buscou orientação de seu gerente, que, considerando seu perfil, sugeriu que ele investisse em:

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22. Gustavo, gerente bancário, atende um cliente que deseja reduzir a volatilidade de sua carteira sem renunciar à gestão ativa dos investimentos. Atualmente, a carteira do cliente possui alta exposição à Bolsa de Valores do Brasil (B3), e ele percebeu que as oscilações do mercado acionário estão impactando negativamente seus retornos. O cliente não quer se desfazer de suas ações, mas busca um fundo de investimento com menor correlação com o mercado acionário para equilibrar os riscos. Ele está disposto a investir R$ 5 milhões, desde que a estratégia escolhida ofereça diversificação e proteção contra crises no mercado de ações. Gustavo precisa identificar a subclasse de fundo multimercado mais adequada ao objetivo do cliente.

A subclasse de fundo multimercado mais alinhada à necessidade do cliente é:

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23. Um cliente conservador demonstrou preocupação com possíveis perdas em seus investimentos. Durante o atendimento, o gerente explicou os principais tipos de riscos presentes nos produtos financeiros.

Ao investir em um título de renda fixa prefixado e precisar vendê-lo antes do vencimento, o investidor estará mais exposto ao:

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24. Dona Margarida, aposentada pelo INSS e cliente do Banco Dinheiro Certo há 10 anos, possui um contrato de empréstimo consignado (Contrato A) com saldo devedor de R$ 15.000,00. No momento da contratação original, ela optou pela adesão a um Seguro Prestamista para garantir a quitação da dívida em caso de morte ou invalidez. Recentemente, Margarida foi ao banco buscando reduzir o valor das parcelas. O gerente Lucas propôs a liquidação do Contrato A através da formalização de um novo contrato (Contrato B), com taxa de juros menor e prazo estendido. Margarida questiona o gerente se o seguro que ela já paga no primeiro contrato passará automaticamente a cobrir a nova dívida do Contrato B, mantendo sua família protegida contra o saldo devedor caso algo lhe aconteça.

Considerando as normas de seguros e as boas práticas de conduta no atendimento ao cliente, qual deve ser a orientação correta de Lucas sobre a continuidade da proteção do seguro prestamista nesta transação?

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25. Carlos é um especialista de investimentos que assessora um grupo de investidores de perfil conservador. Durante uma reunião, um dos clientes manifesta interesse em Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), pois ouviu falar que esse investimento oferece isenção de imposto de renda e boa segurança. Ele deseja entender melhor como funciona a destinação dos recursos captados e quais mecanismos protegem os investidores. Carlos explica que as LCIs são títulos emitidos por instituições financeiras e possuem regras específicas que garantem a segurança do investidor. Ao final da explicação, o cliente pede mais detalhes sobre como esse mecanismo funciona na prática.

Carlos, sabendo da dúvida do cliente, explica que para garantir a segurança dos investidores, os recursos captados por esse título devem ser:

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26. Um cliente está planejando uma viagem internacional e consulta seu consultor financeiro sobre a necessidade de contratar um Seguro Viagem. O cliente acredita que o seguro de saúde que possui no Brasil é suficiente para cobrir qualquer eventualidade ocorrida em território estrangeiro, especialmente em países que exigem coberturas específicas para entrada de turistas.

Sobre as características e a importância do Seguro Viagem Internacional, assinale a alternativa correta:

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27. Lucas, um cliente com perfil de investimento conservador, está conversando com seu gerente sobre opções para investir um montante que recebeu de herança. Ele teme que esse dinheiro se desvalorize, comprometendo sua qualidade de vida no futuro, e pergunta se o banco não
tem fundos de investimento com garantia de rentabilidade mínima para que possa alocar seus recursos com tranquilidade. O gerente responde que não há fundos que ofereçam esse tipo de garantia, mas que pode apresentar outras categorias de produtos financeiros que atendam melhor ao seu perfil.

Uma justificativa para a resposta do gerente é que:

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28. Eduardo, 45 anos, é empresário e o principal provedor financeiro de sua família, composta por sua esposa e dois filhos adolescentes. Ele quer garantir segurança financeira para seus dependentes no caso de falecimento, evitando que eles enfrentem dificuldades financeiras
com a ausência de sua renda. Durante uma conversa com seu gerente bancário, Eduardo menciona que já possui investimentos de longo prazo, mas quer entender se um seguro de vida tradicional seria necessário para complementar sua proteção financeira.

O principal motivo para Eduardo considerar um seguro de vida tradicional, mesmo já tendo investimentos, é:

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29. André, um investidor experiente, costuma negociar ETFs de renda variável devido à sua liquidez e diversificação instantânea. Recentemente, ele percebeu um comportamento atípico em um de seus ETFs preferidos, que replica um índice setorial. Durante um dia de forte oscilação no mercado, as cotações do fundo apresentaram uma variação inesperada em relação ao valor que ele considerava justo para esse tipo de investimento. Intrigado, André pesquisou notícias e análises sobre o mercado e percebeu que esse fenômeno aconteceu em outras ocasiões similares no passado. Alguns especialistas apontaram possíveis explicações para essa situação, mas não houve um consenso claro. Agora, ele precisa avaliar quais fatores podem ter influenciado essa diferença e decidir como agir.
Ao analisar suas operações recentes, André percebe que um de seus investimentos passou a apresentar variações inesperadas em relação a um valor de referência que historicamente seguia de perto.

Para avaliar a origem dessa mudança e os possíveis impactos sobre sua estratégia, ele precisa identificar o fator determinante dessa diferença, que é:

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30. Sr. Carlos possui um perfil de investidor que busca diversificar sua carteira com títulos de uma mesma companhia do setor de infraestrutura. Ele está analisando o prospecto da emissão desta empresa, que está captando recursos tanto via oferta pública de ações (Equity) quanto via emissão de debêntures simples. Carlos tem dúvidas sobre a natureza de cada ativo: ele entende que, ao comprar ações, ele se torna sócio, mas fica confuso quanto à segurança e ao retorno das debêntures. Ele questiona você: "Como profissional, como devo encarar esses dois papéis no meu portfólio? O que muda na minha posição como credor ou sócio, e quais são os principais diferenciais quanto ao prazo e à previsibilidade dos pagamentos?"

Para orientar corretamente o Sr. Carlos sobre a diferença entre investir em debêntures e ações de uma mesma companhia, qual explicação técnica você deve fornecer?

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31. A rede "Shark Food S.A." finalizou seu processo de bookbuilding para sua abertura de capital (IPO). O interesse dos investidores foi muito além do esperado, gerando uma demanda tão elevada que o preço por ação foi fixado no teto da faixa indicativa. Diante dessa procura massiva, os coordenadores da oferta decidiram exercer integralmente a opção de lote suplementar para atender a uma parcela maior dos investidores que ficaram de fora devido ao rateio. Você, profissional CPA, está orientando um investidor que participou da reserva e notou que, apesar do sucesso e da entrada do lote suplementar, o mercado mantém um otimismo elevado para a estreia.

Considerando a execução do lote suplementar neste contexto de alta demanda, qual é o impacto esperado desse mecanismo na dinâmica de mercado e no preço da ação na abertura do pregão?

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32. Sr. Roberto, investidor com R$ 300.000,00 aplicados, está preocupado após ler uma reportagem em um jornal financeiro sobre a crise no setor imobiliário e a inadimplência de grandes incorporadoras. Ele possui uma carteira composta por CRIs e teme que, em caso de "calote" das empresas que emitiram os recebíveis ou de falência da securitizadora, ele perca todo o seu capital investido. Ele procura você, profissional CPA, para entender se seu investimento está protegido pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e qual é a real natureza do risco que ele corre ao manter esses ativos.

Considerando as características do CRI e a preocupação do Sr. Roberto, qual explicação técnica você deve fornecer sobre o risco e a proteção desse investimento?

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33. Ricardo investiu R$ 50.000 em um fundo de investimento há 15 meses. Hoje, seu saldo total é de R$ 58.000, e ele deseja resgatar R$ 20.000. Ele consulta um especialista de investimentos para entender qual será o impacto tributário sobre esse resgate. Considerando que o fundo segue a tabela regressiva de imposto de renda, o especialista calcula o valor do imposto que será descontado no momento do resgate.

Diante da situação apresentada, a vantagem do crédito consignado para Eduardo seria:

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34. Manuela, proprietária de uma empresa de pequeno porte que vende doces e salgados para cantinas escolares, precisa de um veículo novo para realizar as entregas de seus produtos. Ela busca uma linha de crédito que permita a aquisição do veículo com pagamento parcelado em prestações fixas, sem que o crédito esteja vinculado ao seu salário ou envolva o arrendamento do bem.

Considerando a solicitação de Manuela, o produto que melhor atende à sua necessidade seria:

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35. Fernanda investiu em um fundo de investimento e, ao analisar os documentos, percebeu que existem diferentes prestadores de serviço com responsabilidades específicas. Ela quer entender melhor o papel de cada um, principalmente após as mudanças regulatórias recentes.

Com base na estrutura e funcionamento dos fundos de investimento, é correto afirmar que:

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36. Sr. Joaquim, 65 anos, acumulou um patrimônio de R$ 1.200.000,00 em um plano VGBL ao longo de sua vida profissional. Ele planeja iniciar a fase de recebimento de renda agora, mas possui uma preocupação específica: ele deseja receber uma renda mensal para complementar seu estilo de vida por um período determinado de 10 anos, tempo que ele estima ser o necessário para que seus netos concluam a faculdade. No entanto, ele foi enfático ao dizer que, caso venha a falecer antes de completar esse período de 10 anos, ele não aceita que o dinheiro "fique para a seguradora". Ele exige que o restante das parcelas que ele ainda não recebeu seja pago integralmente aos seus herdeiros indicados no plano.

Considerando o objetivo do Sr. Joaquim de garantir o recebimento por um tempo determinado e a transferência do fluxo de renda para os herdeiros em caso de morte prematura, qual tipo de renda o profissional certificado deve indicar?

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37. Um investidor aplicou R$ 20.000,00 em um fundo de investimento no dia 02 do mês corrente. No dia 05, ele solicitou o resgate total do valor. A tabela abaixo apresenta a evolução da cota do fundo entre o dia da aplicação e o dia do resgate:

Data | Valor da Cota (R$)
Dia 02 | 1,250000
Dia 03 | 1,256250
Dia 04 | 1,262531
Dia 05 | 1,268844

Considerando a evolução das cotas apresentada na tabela, qual é o valor bruto do resgate do investidor no dia 05, desconsiderando tributação e taxas para esta análise?

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38. Sr. Alberto investiu uma parte significativa de seu patrimônio no "Fundo Beta Imobiliário", um Fundo de Investimento Imobiliário (FII) que realizou seu IPO recentemente. O objetivo de Alberto era manter essas cotas por 10 anos, focando no recebimento de rendimentos mensais (dividendos). No entanto, uma emergência familiar surgiu, e ele precisa do capital disponível com urgência. Ele tenta entrar em contato com a administradora do fundo para solicitar o resgate de suas cotas, mas seu gerente de conta informa que esse não é o procedimento correto para este tipo de ativo.

Considerando a natureza dos FIIs listados em bolsa, como deve ser feita a liquidação da posição de Alberto para que ele obtenha o recurso financeiro de que precisa?

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39. Mariana, funcionária pública (CLT com convênio), busca crédito para uma reforma. Ao comparar as opções, ela encontra no Banco X um Crédito Pessoal (4% a.m., 36 meses) e, no Banco Y, um Crédito com desconto automático na fonte pagadora do salário (2% a.m., 72 meses). Mariana questiona: "Como pode uma linha de crédito que me dá o dobro do tempo para pagar (72 meses vs. 36 meses) ter uma taxa de juros que é a metade da outra? Não deveria ser o contrário, já que o risco do banco em um prazo tão longo é maior?"

Como você, profissional CPA, deve explicar a razão técnica para a disparidade entre as taxas de juros, focando no risco da operação?

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40. Eduardo investiu ao longo de 12 anos em um plano de previdência privada VGBL e agora deseja fazer um resgate parcial para complementar sua renda na aposentadoria. Seu saldo total no plano é de R$ 400.000,00, sendo R$ 250.000,00 em aportes e R$ 150.000,00 de rendimentos. Eduardo optou pela tributação regressiva, em que a alíquota do imposto de renda sobre os rendimentos é de 10% para resgates após 10 anos de aplicação e 15% para resgates entre 8 e 10 anos. Ele pretende retirar R$ 100.000,00 do saldo total.

O valor do imposto de renda retido no resgate de Eduardo é de:

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41. Cláudia é proprietária de um pequeno restaurante e está preocupada com possíveis imprevistos que possam afetar seu negócio. Durante uma conversa com seu gerente bancário, ele explica que um seguro patrimonial pode ajudar a reduzir riscos financeiros relacionados ao
estabelecimento. Cláudia deseja entender em quais situações a contratação desse seguro é mais indicada e como ele pode proteger seu restaurante.

O seguro patrimonial seria mais adequado para Cláudia se ela quiser:

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42. Roberto, de 42 anos, contratou um seguro patrimonial para sua residência, que cobre até R$ 200.000 em danos. O contrato prevê uma franquia fixa de R$ 10.000, valor mínimo que Roberto deve pagar antes da indenização, e uma coparticipação de 20% sobre o valor restante
do prejuízo. Após seis meses, um incêndio causa R$ 100.000 em danos estruturais. Roberto precisa calcular quanto precisará pagar do próprio bolso.

Com base nas condições do seguro, o valor que Roberto terá que arcar pelos danos será:

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43. Fernanda, consultora de investimentos, conversava com um cliente sobre Fundos Imobiliários e, para esclarecer melhor as características de sua estrutura e funcionamento, destacou a importância da administração fiduciária nesse tipo de investimento. Durante a conversa, ela
explicou as principais responsabilidades do administrador fiduciário, demonstrando como essas funções influenciam diretamente a estrutura desses fundos.

A melhor explicação sobre a administração fiduciária nos Fundos de Investimento Imobiliário (FII), considerando as explicações de Fernanda seria:

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44. Paulo é gerente de investimentos de um banco e está atendendo Natália, uma investidora que deseja diversificar sua carteira sem renunciar à segurança. Atualmente, ela possui 30% do patrimônio em renda variável e busca um produto que combine potencial de valorização
atrelado a um ativo de referência, mas sem risco de perda do capital investido.
Diante desse perfil, Paulo apresenta o Certificado de Operações Estruturadas (COE) como uma alternativa viável. Ele explica que esse produto pode ser estruturado de diferentes formas e que nem sempre oferece liquidez imediata ou resgate garantido antes do vencimento. Além disso, destaca que determinadas condições do COE podem impactar a flexibilidade da estratégia, caso Natália deseje acessar os recursos antecipadamente.
Natália se mostra interessada, mas antes de tomar uma decisão, pede para que Paulo detalhe os principais riscos e restrições desse investimento, garantindo que ele esteja alinhado ao seu perfil e objetivos financeiros.

Para que Natália tome uma decisão fundamentada sobre esse investimento, um fator essencial que ela deve ser orientada a considerar antes de aplicar seus recursos é:

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45. Aristides, 59 anos, está prestes a se aposentar e possui um patrimônio moderado, majoritariamente composto por imóveis e alguns ativos financeiros. Sua principal preocupação é garantir o bem-estar de sua esposa, Verônica, 55 anos, e de seu único filho, Miguel, de 15
anos, caso venha a falecer. Aristides possui um VGBL que será uma parte importante de sua renda de aposentadoria. Ele busca minimizar o impacto tributário e garantir que sua família tenha liquidez de forma rápida.

Com base nas condições financeiras de sua família e na estratégia futura, Aristides deve optar por:

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46. Paula adquiriu um Certificado de Operações Estruturadas (COE) junto a uma instituição financeira. O desempenho financeiro do produto estava atrelado ao Índice de Ações IBOVESPA, com um período de investimento de 540 dias. Ao final do período, a rentabilidade bruta obtida foi de 40%.

Considerando a tributação aplicável ao COE e o período de investimento de Paula, a rentabilidade líquida da aplicação foi de:

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