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Anbima CPA

Simulado CPA - Módulo 2

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1. Paula adquiriu um Certificado de Operações Estruturadas (COE) junto a uma instituição financeira. O desempenho financeiro do produto estava atrelado ao Índice de Ações IBOVESPA, com um período de investimento de 540 dias. Ao final do período, a rentabilidade bruta obtida foi de 40%.

Considerando a tributação aplicável ao COE e o período de investimento de Paula, a rentabilidade líquida da aplicação foi de:

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2. Rodrigo, profissional certificado, está atendendo Marcelo, que busca alternativas de investimento em renda fixa privada e deseja avaliar se as debêntures são adequadas para sua carteira. Marcelo ouviu que as debêntures podem oferecer rentabilidade atrativa e superar
investimentos bancários, mas tem dúvidas sobre os diferentes tipos e suas garantias. Durante a conversa, menciona que pretende investir em uma debênture emitida por uma empresa do setor elétrico, pois acredita que todos os títulos desse segmento possuem garantias e baixo
risco de crédito. Agora, Rodrigo precisa esclarecer qual é o critério correto para avaliar a segurança de uma debênture e se o setor de atuação da empresa emissora influencia esse fator.

Considerando a intenção de Marcelo de investir em debêntures do setor elétrico, Rodrigo deve esclarecer que a segurança desse investimento dependerá principalmente de:

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3. Lucas, um cliente com perfil de investimento conservador, está conversando com seu gerente sobre opções para investir um montante que recebeu de herança. Ele teme que esse dinheiro se desvalorize, comprometendo sua qualidade de vida no futuro, e pergunta se o banco não
tem fundos de investimento com garantia de rentabilidade mínima para que possa alocar seus recursos com tranquilidade. O gerente responde que não há fundos que ofereçam esse tipo de garantia, mas que pode apresentar outras categorias de produtos financeiros que atendam melhor ao seu perfil.

Uma justificativa para a resposta do gerente é que:

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4. José é um investidor de perfil moderado que procura equilibrar risco e retorno, visando obter rendimentos superiores aos dos investimentos tradicionais de renda fixa, mas sem recorrer à renda variável. Com esse objetivo em mente, ele está explorando o mercado de crédito privado para encontrar o tipo de debênture que mais se alinhe ao seu perfil, sendo que, para fugir da renda variável, José deve evitar um tipo específico de debênture, que possui componente de renda variável.

Considerando-se as demandas de José, ele deve evitar as:

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5. Carolina, uma profissional do mercado financeiro, está atendendo Rafael, investidor que possui parte de seu patrimônio em ações e deseja entender melhor os proventos pagos pelas empresas listadas na B3. Rafael observou que recebeu pagamentos de dividendos e Juros
sobre Capital Próprio (JCP) em sua conta na corretora. No entanto, ao analisar os valores, percebeu que o montante líquido recebido dos JCPs foi inferior ao valor anunciado pela empresa emissora. Sem compreender a razão dessa diferença, Rafael acredita que houve um
erro no pagamento e questiona Carolina sobre o motivo pelo qual o valor líquido dos JCPs foi menor do que o esperado.

Após analisar o extrato de Rafael e sua dúvida sobre os Juros sobre Capital Próprio (JCP), Carolina deve esclarecer que:

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6. Carlos é um especialista de investimentos que assessora um grupo de investidores de perfil conservador. Durante uma reunião, um dos clientes manifesta interesse em Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), pois ouviu falar que esse investimento oferece isenção de imposto de renda e boa segurança. Ele deseja entender melhor como funciona a destinação dos recursos captados e quais mecanismos protegem os investidores. Carlos explica que as LCIs são títulos emitidos por instituições financeiras e possuem regras específicas que garantem a segurança do investidor. Ao final da explicação, o cliente pede mais detalhes sobre como esse mecanismo funciona na prática.

Carlos, sabendo da dúvida do cliente, explica que para garantir a segurança dos investidores, os recursos captados por esse título devem ser:

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7. Roberta deseja investir em Fundos Imobiliários (FIIs) e está comparando duas opções disponíveis. O FII Alpha cobra uma taxa de administração fixa de 1,5% ao ano, mas não tem taxa de subscrição. Já o FII Beta tem uma taxa de administração menor, de 1,0% ao ano, mas exige uma taxa de subscrição de 2% no momento da compra das cotas. Roberta quer entender o impacto dessas taxas antes de tomar sua decisão e procura um especialista de investimentos para maiores esclarecimentos.

Uma explicação clara que o especialista pode dar a Roberta para ajudá-la a entender as diferenças entre os dois FIIs é que:

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8. Vinícius, profissional certificado pela ANBIMA, está atendendo um cliente que investe na B3 e deseja compreender os impactos dos grupamentos e desdobramentos de ações em sua carteira. O cliente menciona que possui 1.000 ações de uma empresa que anunciou um
desdobramento na proporção de 1 para 5 e quer saber como isso afetará seu patrimônio e a quantidade de ações que terá após o evento. Agora, Vinícius precisa esclarecer qual será o efeito do desdobramento sobre o investimento do cliente.

Em um desdobramento de ações como o descrito, o efeito para o investidor será o seguinte:

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9. Rafael foi promovido a especialista de investimentos em seu banco e está aprofundando seus conhecimentos sobre fundos de renda fixa para orientar seus clientes com mais segurança. Durante um treinamento interno, ele estuda um Fundo de Investimento Referenciado DI e
aprende que ele possui duas classes de cotas, cada uma com características distintas. A Classe A, que investe exclusivamente em títulos públicos federais, sendo a alternativa mais conservadora, e a Classe B, que aplica recursos em cotas de outros fundos, mas apresenta
subclasses com características diferenciadas:
Subclasse 1: permite uma pequena parcela de investimentos em títulos privados, desde que sigam critérios rigorosos de risco.
Subclasse 2: oferece isenção de taxa de administração para aplicações acima de um determinado valor.
Subclasse 3: mantém uma reserva de liquidez maior para minimizar impactos em momentos de resgates elevados.
Durante o treinamento, Rafael percebe que essa estrutura não é comum entre fundos desse tipo e deseja compreender melhor o impacto dessas características na escolha dos investidores. Ao aprofundar seus estudos sobre fundos de investimento, Rafael percebeu que algumas
estruturas apresentam particularidades que podem impactar os investidores de formas distintas.

Para interpretar corretamente essas diferenças e saber orientar seus clientes, Rafael precisa compreender que:

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10. Eduardo, 45 anos, é empresário e o principal provedor financeiro de sua família, composta por sua esposa e dois filhos adolescentes. Ele quer garantir segurança financeira para seus dependentes no caso de falecimento, evitando que eles enfrentem dificuldades financeiras
com a ausência de sua renda. Durante uma conversa com seu gerente bancário, Eduardo menciona que já possui investimentos de longo prazo, mas quer entender se um seguro de vida tradicional seria necessário para complementar sua proteção financeira.

O principal motivo para Eduardo considerar um seguro de vida tradicional, mesmo já tendo investimentos, é:

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11. Mônica, profissional certificada pela ANBIMA, está auxiliando André, que deseja investir em títulos de renda fixa emitidos por empresas que não sejam instituições financeiras. Ele ouviu falar sobre debêntures, certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e Certificados de
Recebíveis do Agronegócio (CRA), mas tem dúvidas sobre o funcionamento desses investimentos e seus principais riscos. Durante a conversa, André expressa preocupação com a segurança desses títulos, pois sabe que alguns investimentos de renda fixa possuem
cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Ele quer entender se os títulos privados não emitidos por bancos contam com algum tipo de proteção contra inadimplência e quais aspectos deve avaliar antes de investir.

Diante da preocupação de André com a segurança dos títulos privados não emitidos por bancos, Mônica deve esclarecer que:

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12. Ricardo investiu R$ 50.000 em um fundo de investimento há 15 meses. Hoje, seu saldo total é de R$ 58.000, e ele deseja resgatar R$ 20.000. Ele consulta um especialista de investimentos para entender qual será o impacto tributário sobre esse resgate. Considerando que o fundo segue a tabela regressiva de imposto de renda, o especialista calcula o valor do imposto que será descontado no momento do resgate.

Diante da situação apresentada, a vantagem do crédito consignado para Eduardo seria:

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13. Roberto, de 42 anos, contratou um seguro patrimonial para sua residência, que cobre até R$ 200.000 em danos. O contrato prevê uma franquia fixa de R$ 10.000, valor mínimo que Roberto deve pagar antes da indenização, e uma coparticipação de 20% sobre o valor restante
do prejuízo. Após seis meses, um incêndio causa R$ 100.000 em danos estruturais. Roberto precisa calcular quanto precisará pagar do próprio bolso.

Com base nas condições do seguro, o valor que Roberto terá que arcar pelos danos será:

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14. Henrique, gerente bancário, atende Gabriela, uma cliente que mantém todo o seu dinheiro na caderneta de poupança, pois acredita que esse investimento é seguro, livre de impostos e sempre rentável. Gabriela leu notícias sobre a taxa Selic e seu impacto na rentabilidade da
poupança, mas ainda tem dúvidas sobre como isso afeta seus rendimentos. Ela também deseja entender se há situações em que a poupança pode render menos do que outros investimentos de renda fixa.

Considerando as dúvidas de Gabriela, Henrique deve informá-la de que:

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15. Diogo, professor de Geografia, procurou seu gerente bancário para avaliar opções de empréstimos, pois enfrentará uma redução temporária no salário, devido ao cancelamento de algumas aulas previamente agendadas. Durante a conversa, ele demonstrou interesse pelo
empréstimo consignado, mas manifestou dúvidas sobre o valor máximo que pode ser descontado diretamente de seu salário para o pagamento das parcelas. Diante dessa preocupação, o gerente precisa explicar corretamente a limitação legal sobre os descontos aplicáveis ao empréstimo consignado.

A explicação correta a ser fornecida pelo gerente é:

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16. Fernanda, gerente bancária, está auxiliando seu cliente, Rafael, que deseja investir em títulos de renda fixa lastreados em crédito imobiliário. Ele ouviu falar sobre a Letra Hipotecária (LH), mas não tem certeza sobre como funciona esse tipo de investimento e se ele se encaixa no seu perfil de investidor. Rafael mencionou que busca um investimento seguro, de longo prazo, que tenha uma rentabilidade previsível e que seja lastreado em ativos imobiliários, mas tem dúvidas sobre a garantia e a segurança desse título. Durante a conversa, Rafael questiona Fernanda sobre o que aconteceria caso os devedores dos créditos imobiliários que lastreiam a LH não honrassem seus pagamentos e se isso impactaria sua aplicação.

Para esclarecer a dúvida de Rafael, Fernanda deve explicar que:

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17. Eduardo investiu ao longo de 12 anos em um plano de previdência privada VGBL e agora deseja fazer um resgate parcial para complementar sua renda na aposentadoria. Seu saldo total no plano é de R$ 400.000,00, sendo R$ 250.000,00 em aportes e R$ 150.000,00 de rendimentos. Eduardo optou pela tributação regressiva, em que a alíquota do imposto de renda sobre os rendimentos é de 10% para resgates após 10 anos de aplicação e 15% para resgates entre 8 e 10 anos. Ele pretende retirar R$ 100.000,00 do saldo total.

O valor do imposto de renda retido no resgate de Eduardo é de:

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18. Fernanda, consultora de investimentos, conversava com um cliente sobre Fundos Imobiliários e, para esclarecer melhor as características de sua estrutura e funcionamento, destacou a importância da administração fiduciária nesse tipo de investimento. Durante a conversa, ela
explicou as principais responsabilidades do administrador fiduciário, demonstrando como essas funções influenciam diretamente a estrutura desses fundos.

A melhor explicação sobre a administração fiduciária nos Fundos de Investimento Imobiliário (FII), considerando as explicações de Fernanda seria:

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19. Aristides, 59 anos, está prestes a se aposentar e possui um patrimônio moderado, majoritariamente composto por imóveis e alguns ativos financeiros. Sua principal preocupação é garantir o bem-estar de sua esposa, Verônica, 55 anos, e de seu único filho, Miguel, de 15
anos, caso venha a falecer. Aristides possui um VGBL que será uma parte importante de sua renda de aposentadoria. Ele busca minimizar o impacto tributário e garantir que sua família tenha liquidez de forma rápida.

Com base nas condições financeiras de sua família e na estratégia futura, Aristides deve optar por:

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20. Lucas é um investidor conservador que busca preservar seu capital enquanto ganha um retorno constante. Ele tem algumas economias e deseja investir em títulos públicos. Lucas está particularmente preocupado com a inflação e quer garantir que seu investimento
mantenha seu poder de compra ao longo do tempo, mesmo no caso de uma disparada inflacionária.

Lucas buscou orientação de seu gerente, que, considerando seu perfil, sugeriu que ele investisse em:

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21. André, um investidor experiente, costuma negociar ETFs de renda variável devido à sua liquidez e diversificação instantânea. Recentemente, ele percebeu um comportamento atípico em um de seus ETFs preferidos, que replica um índice setorial. Durante um dia de forte oscilação no mercado, as cotações do fundo apresentaram uma variação inesperada em relação ao valor que ele considerava justo para esse tipo de investimento. Intrigado, André pesquisou notícias e análises sobre o mercado e percebeu que esse fenômeno aconteceu em outras ocasiões similares no passado. Alguns especialistas apontaram possíveis explicações para essa situação, mas não houve um consenso claro. Agora, ele precisa avaliar quais fatores podem ter influenciado essa diferença e decidir como agir.
Ao analisar suas operações recentes, André percebe que um de seus investimentos passou a apresentar variações inesperadas em relação a um valor de referência que historicamente seguia de perto.

Para avaliar a origem dessa mudança e os possíveis impactos sobre sua estratégia, ele precisa identificar o fator determinante dessa diferença, que é:

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22. Rebeca trabalha na distribuição de produtos financeiros em uma instituição de investimento, assessorando clientes na escolha de fundos. Durante uma reunião com um investidor qualificado, surge uma dúvida sobre a estruturação dos fundos de investimento, especialmente no que diz respeito à segmentação entre classes e subclasses de cotas.
O investidor demonstra interesse em entender como essa estrutura pode permitir maior flexibilidade na personalização dos produtos financeiros sem comprometer a gestão dos ativos. Ele quer saber, por exemplo, se um mesmo fundo pode oferecer diferentes opções de
liquidez e custos, sem alterar a política de investimentos do fundo.

Diante da dúvida do investidor, Carla deve fornecer o seguinte esclarecimento:

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23. Manuela, proprietária de uma empresa de pequeno porte que vende doces e salgados para cantinas escolares, precisa de um veículo novo para realizar as entregas de seus produtos. Ela busca uma linha de crédito que permita a aquisição do veículo com pagamento parcelado em prestações fixas, sem que o crédito esteja vinculado ao seu salário ou envolva o arrendamento do bem.

Considerando a solicitação de Manuela, o produto que melhor atende à sua necessidade seria:

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24. Paulo é gerente de investimentos de um banco e está atendendo Natália, uma investidora que deseja diversificar sua carteira sem renunciar à segurança. Atualmente, ela possui 30% do patrimônio em renda variável e busca um produto que combine potencial de valorização
atrelado a um ativo de referência, mas sem risco de perda do capital investido.
Diante desse perfil, Paulo apresenta o Certificado de Operações Estruturadas (COE) como uma alternativa viável. Ele explica que esse produto pode ser estruturado de diferentes formas e que nem sempre oferece liquidez imediata ou resgate garantido antes do vencimento. Além disso, destaca que determinadas condições do COE podem impactar a flexibilidade da estratégia, caso Natália deseje acessar os recursos antecipadamente.
Natália se mostra interessada, mas antes de tomar uma decisão, pede para que Paulo detalhe os principais riscos e restrições desse investimento, garantindo que ele esteja alinhado ao seu perfil e objetivos financeiros.

Para que Natália tome uma decisão fundamentada sobre esse investimento, um fator essencial que ela deve ser orientada a considerar antes de aplicar seus recursos é:

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25. Gustavo, gerente bancário, atende um cliente que deseja reduzir a volatilidade de sua carteira sem renunciar à gestão ativa dos investimentos. Atualmente, a carteira do cliente possui alta exposição à Bolsa de Valores do Brasil (B3), e ele percebeu que as oscilações do mercado acionário estão impactando negativamente seus retornos. O cliente não quer se desfazer de suas ações, mas busca um fundo de investimento com menor correlação com o mercado acionário para equilibrar os riscos. Ele está disposto a investir R$ 5 milhões, desde que a estratégia escolhida ofereça diversificação e proteção contra crises no mercado de ações. Gustavo precisa identificar a subclasse de fundo multimercado mais adequada ao objetivo do cliente.

A subclasse de fundo multimercado mais alinhada à necessidade do cliente é:

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26. Cláudia é proprietária de um pequeno restaurante e está preocupada com possíveis imprevistos que possam afetar seu negócio. Durante uma conversa com seu gerente bancário, ele explica que um seguro patrimonial pode ajudar a reduzir riscos financeiros relacionados ao
estabelecimento. Cláudia deseja entender em quais situações a contratação desse seguro é mais indicada e como ele pode proteger seu restaurante.

O seguro patrimonial seria mais adequado para Cláudia se ela quiser:

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