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simulado C-Pro R

Simulado C-Pro R - Módulo 3

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1. Ricardo é um investidor de perfil moderado que possui uma posição relevante em ações da Vale (VALE3), totalizando R$ 450.000,00. Ele está preocupado com a volatilidade do setor de mineração no próximo trimestre devido à desaceleração industrial global, mas não deseja vender seus papéis, pois acredita na valorização de longo prazo e no recebimento de dividendos. Ricardo procura sua gerente de relacionamento, Beatriz, buscando uma estratégia para proteger seu patrimônio contra uma queda acentuada nos preços das ações no curto prazo, aceitando pagar um prêmio para garantir um preço mínimo de venda, mantendo o potencial de ganho caso o mercado suba. Simultaneamente, ele questiona se vender contratos futuros de índice seria uma alternativa viável para essa proteção específica da sua carteira de ações individuais.

Diante da necessidade de proteção (hedge) apresentada por Ricardo para sua posição específica em VALE3, qual orientação Beatriz deve fornecer como a estratégia mais adequada ao perfil e objetivo do cliente?

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2. Carolina, uma profissional do mercado financeiro, está atendendo Rafael, investidor que possui parte de seu patrimônio em ações e deseja entender melhor os proventos pagos pelas empresas listadas na B3. Rafael observou que recebeu pagamentos de dividendos e Juros
sobre Capital Próprio (JCP) em sua conta na corretora. No entanto, ao analisar os valores, percebeu que o montante líquido recebido dos JCPs foi inferior ao valor anunciado pela empresa emissora. Sem compreender a razão dessa diferença, Rafael acredita que houve um
erro no pagamento e questiona Carolina sobre o motivo pelo qual o valor líquido dos JCPs foi menor do que o esperado.
Após analisar o extrato de Rafael e sua dúvida sobre os Juros sobre Capital Próprio (JCP), Carolina deve esclarecer que:

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3. Ana e Caio são casados no regime usual de comunhão parcial de bens, mas estão se separando. Quando se casaram, procuraram um consultor de investimentos que lhes sugeriu fazer um PGBL, em nome de Caio, e um VGBL, em nome de Ana. Agora, discutindo a separação, procuraram novamente um consultor de investimentos para saber como deveria ser feita a partilha dos R$200 mil e R$300 mil acumulados no PGBL de Caio e no VGBL de Ana, respectivamente.
O consultor de investimentos lhes orientou que a partilha seja feita de modo que:

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4. Stella é acionista minoritária de uma grande companhia aberta no Brasil, mas ela está se mudando para a Escócia, para assumir uma posição em uma empresa multinacional. Antes de partir, ela deseja compreender como a mudança pode impactar seus direitos como acionista, razão pela qual ela buscou orientações com um consultor em investimentos. Uma das preocupações de Stella é garantir que sua participação nas assembleias gerais e seus direitos de voto sejam exercidos corretamente, mesmo à distância.
Considerando-se as demandas de Stella em relação aos seus direitos de voto, o consultor em investimentos deve aconselhá-la a:

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5. Ana Paula, mãe de dois filhos pequenos, está interessada em fazer um planejamento de investimento para garantir uma boa educação para os filhos no futuro. Ela conversou com seu consultor de investimentos sobre a utilização de planos de previdência privada para esse
objetivo, sendo mencionados os planos averbados e instituídos, bem como as diferenças entre PGBL e VGBL. Ana Paula quer um plano que facilite a sucessão patrimonial e ajude a proteger o futuro financeiro de seus filhos.
Com base nesse cenário, a melhor orientação para Ana Paula sobre os planos averbados e instituídos e a escolha entre PGBL e VGBL seria:

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6. Mariana é uma investidora de 38 anos, servidora pública municipal, que possui um perfil de investidor classificado como moderado. Atualmente, ela mantém R$ 150.000,00 aplicados integralmente em uma conta poupança de um grande banco de varejo. Mariana procurou o seu gerente de relacionamento, Ricardo, com um objetivo muito claro: ela deseja garantir o custeio da faculdade de sua filha, que hoje tem 8 anos de idade, daqui a exatos 10 anos. Ela demonstra preocupação com a perda do poder de compra devido à inflação e busca uma alternativa que ofereça segurança, mas com uma rentabilidade superior à da poupança para este prazo específico. Mariana ressalta que não pretende movimentar esse recurso antes do prazo final, visando aproveitar as melhores condições de taxas. Ricardo precisa analisar as opções de Títulos Públicos Federais disponíveis no Tesouro Direto para apresentar a melhor recomendação para este cenário.

Considerando o objetivo de Mariana, o horizonte de investimento e a proteção contra a inflação, qual é a orientação mais adequada que o profissional de relacionamento deve fornecer?

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7. Um Fundo de Investimento Multimercado cobra uma taxa de administração de 2,0% ao ano e uma taxa de performance de 20% sobre o que exceder 100% do CDI, com a observância do princípio da 'Linha d'Água' (High-Water Mark). Se no primeiro ano o fundo rendeu abaixo do benchmark e, no segundo ano, rendeu significativamente acima, como deve ser calculada a taxa de performance no encerramento do segundo período?

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8. Luís é um investidor de perfil Arrojado que detém uma posição relevante em ações de uma grande mineradora, totalizando R$ 800.000,00. Diante de um cenário de incerteza política na China, maior consumidor da commodity, Luís teme uma queda brusca no curto prazo, mas não deseja vender seus papéis por acreditar no valor da empresa a longo prazo. Ele procura seu consultor para discutir o uso de opções como forma de proteção (hedge). O consultor analisa que a compra de uma Opção de Venda (Put) com preço de exercício (strike) ligeiramente abaixo do preço de mercado atual seria a alternativa mais indicada para limitar o risco de queda da carteira, mesmo que isso implique no pagamento de um prêmio.

Qual é a característica técnica desta estratégia de hedge e o impacto para a carteira de Luís?

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9. Renato, investidor qualificado, busca diversificar seus investimentos na Bolsa de Valores. Ele possui uma posição relevante em ETFs de renda variável e pretende vender parte de suas cotas para rebalancear sua carteira. Antes da venda, Renato consulta um profissional de
investimentos para entender as regras de tributação aplicáveis ao ganho de capital nessa operação. Durante a conversa, o profissional alerta que a tributação de ETFs segue regras diferentes das ações e que há particularidades importantes no recolhimento do Imposto de
Renda (IR). Renato levanta três hipóteses sobre como o imposto pode ser aplicado e decide validar com o profissional qual delas está correta antes de concluir sua venda.
Considerando as informações fornecidas pelo profissional de investimentos e as dúvidas levantadas por Renato, a alternativa que reflete a tributação aplicável à operação que ele deseja realizar é:

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10. Carlos é um médico que fatura R$ 600.000,00 por ano através de sua clínica (Pessoa Jurídica), retirando R$ 100.000,00 como pró-labore e o restante como distribuição de lucros isenta. Ele faz a declaração de IR Pessoa Física pelo modelo completo. Ele quer investir na previdência para reduzir o imposto a pagar sobre o seu pró-labore. Ele não contribui para o INSS sobre o teto, pois acredita que a rentabilidade é baixa.

Qual o valor máximo que Carlos poderá investir em um PGBL para usufruir da dedução fiscal de 12%, e qual a condição obrigatória para ter esse direito?

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11. Fernando, arquiteto de 35 anos, busca um planejamento financeiro que garanta segurança para sua aposentadoria e proteção financeira para sua família. Ele possui um Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), no qual contribui regularmente com 6% de sua renda bruta mensal. Seu objetivo é maximizar os benefícios fiscais e otimizar sua estratégia de sucessão patrimonial. Recentemente, Fernando foi informado de que será pai de gêmeos. Essa nova fase exige ajustes em sua estratégia financeira para acomodar as futuras despesas com educação e saúde dos filhos, além de garantir um planejamento eficiente para sua aposentadoria. Ele consultou Paulo Roberto, profissional certificado ANBIMA, para avaliar as melhores opções para adequar seu portfólio.
Durante a conversa, Fernando mencionou que sua renda bruta anual é de R$ 100.000,00 e que já acumulou R$ 500.000,00 em seu plano PGBL. Ele também tem interesse em estratégias que protejam sua família em caso de alguma eventualidade. A tabela abaixo apresenta as despesas previstas por Fernando após o nascimento dos filhos e os respectivos limites de dedução do Imposto de Renda aplicáveis:

Contribuição PGBL (6%): valor anual R$ 6.000,00: Limite de dedução até 12% de renda bruta

Saúde: valor anual R$ 5.000,00: Dedução Integral

Educação: valor anual R$ 20.000,00: Limite de dedução até R$ 3.561,50

Paulo Roberto explicou a Fernando que o regime de tributação do PGBL pode ser alterado até o momento do resgate, conforme previsto na Lei 14.803/24, e que existe a possibilidade de ampliar suas contribuições para maximizar os benefícios fiscais. Além disso, Fernando deseja entender se complementar seu planejamento com um plano Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) pode ser vantajoso.

Fernando está considerando ajustes no seu planejamento previdenciário para atender às novas necessidades financeiras de sua família. Dentro desse contexto, a análise que ele deve fazer para garantir que sua estratégia continue adequada ao longo do tempo é:

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12. Como é definido o risco de mercado em uma carteira de investimentos composta majoritariamente por ações listadas na B3?

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13. João, de 55 anos, trabalha como autônomo no setor de design gráfico há mais de 25 anos. Durante sua trajetória profissional, sempre priorizou a reinvestir os lucros do seu negócio e manter reservas de curto prazo para cobrir despesas emergenciais. Agora, com a
aposentadoria se aproximando, ele está preocupado em estruturar melhor seu patrimônio para garantir estabilidade financeira no longo prazo. Atualmente, João possui uma reserva financeira de R$ 500.000,00, distribuída entre uma conta poupança e um CDB com liquidez diária. Ele pretende investir R$ 400.000,00 desse montante para construir uma carteira mais adequada à sua nova realidade, mantendo R$ 100.000,00 como reserva de emergência. Seus principais objetivos são preservar o poder de compra da sua reserva ao longo do tempo e garantir um fluxo de renda complementar quando decidir reduzir sua carga de trabalho. Para obter mais informações sobre suas opções, João procurou sua amiga Luiza, que trabalha no setor de investimentos. Durante a conversa, João ressaltou que não deseja correr grandes
riscos e que valoriza segurança e previsibilidade, mas, ao mesmo tempo, busca um retorno acima da inflação para evitar a perda do valor real do seu patrimônio. Ele também mencionou que deseja um investimento com liquidez moderada, pois planeja começar a fazer retiradas
programadas dentro de 5 a 10 anos. Diante desse cenário, Luiza apresentou diferentes possibilidades, destacando as características e impactos de cada opção sobre sua reserva financeira no futuro.

A sugestão mais adequada de Luiza, considerando o perfil de João e seus objetivos de aposentadoria, seria que:

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14. Fernando, arquiteto de 35 anos, busca um planejamento financeiro que garanta segurança para sua aposentadoria e proteção financeira para sua família. Ele possui um Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), no qual contribui regularmente com 6% de sua renda bruta mensal. Seu objetivo é maximizar os benefícios fiscais e otimizar sua estratégia de sucessão patrimonial. Recentemente, Fernando foi informado de que será pai de gêmeos. Essa nova fase exige ajustes em sua estratégia financeira para acomodar as futuras despesas com educação e saúde dos filhos, além de garantir um planejamento eficiente para sua aposentadoria. Ele consultou Paulo Roberto, profissional certificado ANBIMA, para avaliar as melhores opções para adequar seu portfólio.
Durante a conversa, Fernando mencionou que sua renda bruta anual é de R$ 100.000,00 e que já acumulou R$ 500.000,00 em seu plano PGBL. Ele também tem interesse em estratégias que protejam sua família em caso de alguma eventualidade. A tabela abaixo apresenta as despesas previstas por Fernando após o nascimento dos filhos e os respectivos limites de dedução do Imposto de Renda aplicáveis:

Contribuição PGBL (6%): valor anual R$ 6.000,00: Limite de dedução até 12% de renda bruta

Saúde: valor anual R$ 5.000,00: Dedução Integral

Educação: valor anual R$ 20.000,00: Limite de dedução até R$ 3.561,50

Paulo Roberto explicou a Fernando que o regime de tributação do PGBL pode ser alterado até o momento do resgate, conforme previsto na Lei 14.803/24, e que existe a possibilidade de ampliar suas contribuições para maximizar os benefícios fiscais. Além disso, Fernando deseja entender se complementar seu planejamento com um plano Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) pode ser vantajoso.

Fernando está analisando opções para adequar seu planejamento financeiro às mudanças que ocorrerão em sua vida. Com base nas informações fornecidas no case, a melhor opção de investimento para ele é:

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15. Mariana é uma investidora com perfil moderado que mantém, há 18 meses, uma aplicação de R$ 450.000,00 em um Fundo de Investimento em Renda Fixa Ativo. Ao analisar seu último extrato, ela questiona seu gerente, Ricardo, sobre o fato de a rentabilidade líquida do fundo estar ligeiramente abaixo de um CDB prefixado que ela possui em outra instituição. Mariana observa que a taxa de administração do fundo é de 0,80% ao ano e que houve uma oscilação negativa no valor das cotas no último mês, apesar de os juros estarem estáveis. Ricardo identifica que o fundo possui uma Duration média de 3,5 anos e que a recente abertura na curva de juros futuros impactou a marcação a mercado dos títulos públicos que compõem a carteira. Mariana planeja utilizar 30% desse recurso em 6 meses para a reforma de um imóvel e o restante apenas em 4 anos.

Considerando o cenário apresentado e as necessidades de liquidez e perfil de risco de Mariana, qual deve ser a orientação técnica de Ricardo em relação à manutenção ou alteração da estratégia de investimento?

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16. José entrou em contato com sua corretora em busca de um investimento que lhe oferecesse diversificação e rentabilidade acima da média. Como ele não é considerado um investidor qualificado e tem perfil de risco moderado, seu consultor de investimento sugeriu um
Certificado de Operação Estruturada (COE). O COE oferecido tem validade de dois anos e é baseado em uma operação estruturada do tipo trava de alta com opção de compra. Esse COE combina a compra de uma call (opção de compra) com preço de exercício mais baixo e a venda simultânea de outra call com preço de exercício mais alto. Em caso de um mercado de alta, José obtém rentabilidade positiva dentro dos limites da trava, podendo ser acima da média de outros investimentos conservadores. Em caso de um cenário desfavorável, José pode não obter rentabilidade alguma e, se houver custos associados, pode terminar com um saldo menor do que investiu. Em caso neutro, José pode recuperar o capital investido, mas sem obter um retorno expressivo. José procurou um assessor de investimentos que, durante a
explicação, lhe informou que, embora o COE tenha um vencimento fixo, ele poderia ser negociado antes no mercado secundário, sendo um investimento interessante para ele.
Com base nas características do produto oferecido a José, o Documento de Informações Essenciais (DIE) deve:

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17. Uma empresa tem um plano corporativo de aposentadoria para seus funcionários. Trata-se de um plano de previdência fechada, administrado por uma fundação ligada à empresa. A maioria dos empregados está no plano de Benefício Definido (BD), que atualmente possui um superávit atuarial, com a duration dos ativos superior ao do passivo. Recentemente, houve um aumento na expectativa de vida dos funcionários participantes do plano BD, e há probabilidade de uma queda nas taxas de juros. Para acomodar essas
mudanças — tanto na expectativa de vida quanto na queda da taxa de juros — a empresa deve tomar decisões de ajuste, de modo a manter o equilíbrio do plano.
Com base no cenário descrito, verifica-se que o superávit atual:

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18. Mariana é uma investidora de 32 anos que atua como arquiteta autônoma e possui um perfil declarado como arrojado. Atualmente, ela mantém 70% de seu patrimônio de R$ 450.000,00 em fundos de ações e multimercados de crédito privado. Durante uma reunião com seu assessor de investimentos, Ricardo, Mariana demonstra forte interesse em diversificar sua carteira com criptoativos, citando que acompanhou a valorização recente do Bitcoin e do Ethereum em redes sociais. Ela questiona se deveria migrar 20% de sua alocação em renda fixa (atualmente em um Tesouro Selic) para um ETF que replica o índice Nasdaq Crypto Index (NCI), buscando maximizar seus ganhos no curto prazo para a troca de seu veículo particular no próximo ano.

Considerando o papel do profissional de relacionamento e os riscos inerentes aos criptoativos, qual deve ser a orientação de Ricardo para Mariana?

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19. Felipe é um investidor brasileiro que deseja diversificar seu patrimônio geograficamente, mas prefere manter sua custódia localmente no Brasil por questões de praticidade e tributação. Ele está interessado em ações da tecnologia dos EUA, como Apple e Microsoft. Seu assessor de investimentos sugere o uso de BDRs (Brazilian Depositary Receipts) de Nível I Não Patrocinados. Felipe questiona se ao investir nesses ativos ele estará exposto apenas à variação das ações no mercado americano ou se haverá outros fatores de risco influenciando seu patrimônio em Reais.

Ao explicar os riscos dos BDRs para Felipe, o assessor deve esclarecer que o preço do ativo na B3 é influenciado por:

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20. Bia, investidora conservadora, estava insatisfeita com o baixo rendimento de sua carteira de renda fixa. Ariel, seu consultor de investimento, sugeriu que ela investisse em um tipo de ativo de alta liquidez que lhe permitisse participar do crescimento das empresas emissoras desse
ativo, bem como receber uma parcela de seus lucros, na forma de rendimentos não tributáveis.
Ariel indicou a Bia que investisse em:

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21. Luiz se interessou pelos Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs), devido à possibilidade de investir em imóveis com liquidez e de esse tipo de fundo ter um tratamento tributário diferenciado. Sendo assim, seu consultor de investimentos sugeriu que ele comprasse cotas de um FII que distribui rendimentos mensais provenientes de aluguéis de grandes galpões logísticos.
Diante da sugestão do consultor financeiro, trata-se de um:

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22. Ao recomendar a um cliente a alocação em um fundo de ações internacional sem proteção cambial (unhedged), o profissional de relacionamento deve alertar que o retorno final do investidor em Reais será determinado por:

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23. Ricardo é um investidor de perfil arrojado que possui uma posição relevante em ações da Petrobras (PETR4), avaliada em R$ 450.000,00. Ele acredita na valorização da empresa no longo prazo, mas está apreensivo com a volatilidade do mercado de curto prazo devido a incertezas geopolíticas que podem afetar o preço do barril de petróleo. Fernanda, sua gerente de relacionamento, sugere uma estratégia com derivativos para proteger o patrimônio de Ricardo contra uma queda acentuada nos preços, sem que ele precise se desfazer das ações e perder o direito aos dividendos que serão distribuídos no próximo mês. Ricardo deseja estabelecer um valor mínimo de venda para suas ações durante os próximos 60 dias, garantindo que poderá alienar os ativos por um preço pré-determinado caso o mercado sofra uma correção severa.

Considerando o objetivo de proteção (hedge) de Ricardo, qual estratégia com derivativos é a mais adequada para ser recomendada pela gerente Fernanda?

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24. Mariana é uma investidora de 38 anos, servidora pública, com perfil moderado e um patrimônio acumulado de R$ 450.000,00, majoritariamente em títulos do Tesouro Direto (IPCA+) e CDBs de liquidez diária. Em uma reunião com seu consultor de investimentos, Ricardo, ela demonstra interesse em iniciar a diversificação em renda variável, especificamente em ações e fundos imobiliários, visando o longo prazo. Mariana possui uma reserva de emergência equivalente a 12 meses de suas despesas habituais. No entanto, ela expressa preocupação com a volatilidade recente do Ibovespa e teme ver seu saldo total diminuir bruscamente em curtos intervalos de tempo. Ricardo analisa que o objetivo de Mariana é bater o CDI no longo prazo para acelerar sua aposentaria, mas sua tolerância emocional a perdas temporárias é limitada.

Considerando o perfil de Mariana e as boas práticas de relacionamento e recomendação de investimentos, qual deve ser a conduta de Ricardo para realizar a primeira alocação em renda variável?

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25. No contexto do mercado financeiro brasileiro e das normas da CVM, qual é a principal distinção que um profissional de relacionamento deve apresentar ao investidor ao comparar a exposição via ETFs de criptoativos na B3 versus o investimento direto por meio de exchanges (corretoras de cripto)?

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26. Em relação à tributação de aplicações financeiras no exterior (Offshore) para pessoas físicas residentes no Brasil, após a sanção da Lei 14.754/2023, qual é a principal mudança na alíquota e periodicidade?

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27. No que diz respeito à sistemática de tributação de fundos de investimento classificados como de Longo Prazo para fins fiscais, qual é a alíquota de Imposto de Renda (IR) retida semestralmente na fonte por meio do mecanismo conhecido como 'come-cotas'?

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28. Maurício, diretor financeiro de uma empresa, precisa fazer um empréstimo para a expansão dos negócios. Ele está preocupado, pois acredita que as condições do empréstimo não serão favoráveis, dado o contexto brasileiro atual. Ao ir ao banco e conversar com seu gerente, ele foi informado que, para a liberação do empréstimo nas condições que lhe interessavam, deveria aceitar alguns covenants, dentre eles: “limitar o aumento do endividamento ao dobro do capital próprio”.

Nesse contexto, ao aceitar os covenants, Maurício:

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29. Ao recomendar títulos de renda fixa privada para um investidor pessoa física que busca isenção de Imposto de Renda e proteção do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), o profissional de relacionamento deve identificar quais ativos possuem essas características simultaneamente:

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30. Fernando, arquiteto de 35 anos, busca um planejamento financeiro que garanta segurança para sua aposentadoria e proteção financeira para sua família. Ele possui um Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), no qual contribui regularmente com 6% de sua renda bruta mensal. Seu objetivo é maximizar os benefícios fiscais e otimizar sua estratégia de sucessão patrimonial. Recentemente, Fernando foi informado de que será pai de gêmeos. Essa nova fase exige ajustes em sua estratégia financeira para acomodar as futuras despesas com educação e saúde dos filhos, além de garantir um planejamento eficiente para sua aposentadoria. Ele consultou Paulo Roberto, profissional certificado ANBIMA, para avaliar as melhores opções para adequar seu portfólio.
Durante a conversa, Fernando mencionou que sua renda bruta anual é de R$ 100.000,00 e que já acumulou R$ 500.000,00 em seu plano PGBL. Ele também tem interesse em estratégias que protejam sua família em caso de alguma eventualidade. A tabela abaixo apresenta as despesas previstas por Fernando após o nascimento dos filhos e os respectivos limites de dedução do Imposto de Renda aplicáveis:

Contribuição PGBL (6%): valor anual R$ 6.000,00: Limite de dedução até 12% de renda bruta

Saúde: valor anual R$ 5.000,00: Dedução Integral

Educação: valor anual R$ 20.000,00: Limite de dedução até R$ 3.561,50

Paulo Roberto explicou a Fernando que o regime de tributação do PGBL pode ser alterado até o momento do resgate, conforme previsto na Lei 14.803/24, e que existe a possibilidade de ampliar suas contribuições para maximizar os benefícios fiscais. Além disso, Fernando deseja entender se complementar seu planejamento com um plano Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) pode ser vantajoso.

Fernando está avaliando o impacto fiscal das suas despesas dedutíveis. Considerando as regras do Imposto de Renda e uma alíquota marginal de 27,5%, a quantia que ele deixará de pagar em impostos devido às deduções aplicáveis é de:

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31. No mundo financeiro, os riscos operacionais e de crédito podem encarecer ou até mesmo inviabilizar diversas transações que seriam úteis para investidores. Com o avanço da tecnologia, surgiu o conceito de smart contracts, que se baseia na tecnologia Blockchain. Esses
contratos inteligentes podem ser aplicados para reduzir os riscos mencionados, oferecendo mais segurança e automação em processos financeiros.
Para redução dos riscos supracitados, um potencial utilização de smart contracts no mercado financeiro será para:

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32. Mariana é uma investidora com perfil conservador que acaba de receber uma bonificação de R$ 250.000,00 da empresa onde trabalha. Ela procura o seu gerente de relacionamento, Ricardo, com o objetivo de preservar o poder de compra desse capital no longo prazo, pois pretende utilizar os recursos para a aposentadoria em aproximadamente 15 anos. Atualmente, a inflação medida pelo IPCA apresenta sinais de volatilidade, e Mariana expressa preocupação com a perda de valor real de seu dinheiro. Ricardo analisa o cenário e considera indicar títulos do Tesouro Direto. Durante a conversa, Mariana questiona sobre o funcionamento da tributação e como o indexador IPCA protegeria seu patrimônio. Ela também menciona que, embora o foco seja o longo prazo, gostaria de entender a segurança do ativo em comparação a outros títulos de emissão privada disponíveis na plataforma do banco.

Considerando o perfil e o objetivo de Mariana, qual seria a recomendação mais adequada de ativo e a respectiva lógica tributária e de rentabilidade para este caso?

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33. João, de 55 anos, trabalha como autônomo no setor de design gráfico há mais de 25 anos. Durante sua trajetória profissional, sempre priorizou a reinvestir os lucros do seu negócio e manter reservas de curto prazo para cobrir despesas emergenciais. Agora, com a
aposentadoria se aproximando, ele está preocupado em estruturar melhor seu patrimônio para garantir estabilidade financeira no longo prazo. Atualmente, João possui uma reserva financeira de R$ 500.000,00, distribuída entre uma conta poupança e um CDB com liquidez diária. Ele pretende investir R$ 400.000,00 desse montante para construir uma carteira mais adequada à sua nova realidade, mantendo R$ 100.000,00 como reserva de emergência. Seus principais objetivos são preservar o poder de compra da sua reserva ao longo do tempo e garantir um fluxo de renda complementar quando decidir reduzir sua carga de trabalho. Para obter mais informações sobre suas opções, João procurou sua amiga Luiza, que trabalha no setor de investimentos. Durante a conversa, João ressaltou que não deseja correr grandes
riscos e que valoriza segurança e previsibilidade, mas, ao mesmo tempo, busca um retorno acima da inflação para evitar a perda do valor real do seu patrimônio. Ele também mencionou que deseja um investimento com liquidez moderada, pois planeja começar a fazer retiradas
programadas dentro de 5 a 10 anos.

Diante da necessidade de João de ajustar sua carteira para mitigar riscos e proteger seu patrimônio, ele deve escolher um título do Tesouro Direto que se beneficie das condições atuais do mercado, que é:

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34. Ramiro tem 45 anos, é casado com uma médica que trabalha em um hospital público, garantindo estabilidade salarial para a família. Ele tem um filho e é proprietário de uma empresa de Tecnologia da Informação (TI) avaliada em R$ 2 milhões, que lhe proporciona uma
alta renda. Além disso, Ramiro dispõe de R$ 1 milhão livre para investimentos. Preocupado em alocar esse valor de maneira eficiente e alinhada ao seu perfil, ele procura um consultor em investimentos. Ele planeja se aposentar em vinte anos e pretende, durante esse período, dar todo o conforto para sua família, além de garantir a educação do filho. Além disso, não possui necessidades imediatas de liquidez, sendo superavitário em seu orçamento corrente.
Com base no perfil de investidor de Ramiro e sua situação financeira, a recomendação mais adequada para a alocação de seus recursos é:

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35. Robert, investidor qualificado, deseja aplicar recursos em um fundo de investimento multimercado que adota a cobrança de taxa de performance. Durante uma reunião com um profissional de investimentos, ele recebe explicações sobre como essa taxa é calculada, as
regras aplicáveis, o período mínimo de cobrança, o índice de referência e as situações em que a taxa não pode ser aplicada. Ao analisar o regulamento do fundo, Robert percebe que a taxa de performance está vinculada a um índice de referência independente, com cobrança semestral e incidência apenas quando a cota supera a cota base.
Com base na dúvida de Robert, o profissional deve esclarecer que:

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36. Lucas é um exportador que recebe pagamentos frequentes em dólar e busca uma forma de manter parte de suas reservas digitais com menor volatilidade em relação ao par USD/BRL, utilizando a tecnologia blockchain para facilitar transferências futuras. Ele questiona seu consultor sobre a diferença entre investir em Bitcoin e investir em Stablecoins como o USDC ou USDT. Lucas está particularmente preocupado com o mecanismo que garante o valor desses ativos digitais 'estáveis'.

Para sanar a dúvida de Lucas, qual explicação técnica sobre Stablecoins pareadas em moedas fiduciárias é a mais precisa?

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37. Carla é especialista de investimentos e está atendendo Rodrigo, um investidor pessoa física que deseja realocar parte do seu patrimônio para otimizar a tributação sem comprometer sua estratégia de liquidez. Atualmente, Rodrigo tem R$ 200.000 aplicados em um fundo
multimercado, mas está incomodado com a tributação sobre os rendimentos. Ele pretende resgatar parte do valor nos próximos três anos, mas deseja reduzir sua carga tributária até lá. Durante a conversa, Carla explica que existem alternativas mais eficientes do ponto de vista
fiscal, incluindo investimentos isentos de imposto de renda e opções que permitem diferimento da tributação. No entanto, cada escolha tem vantagens e restrições, e a decisão precisa estar alinhada à estratégia e ao prazo de investimento de Rodrigo.
Diante disso, Carla avalia o perfil e os objetivos de Rodrigo para recomendar um investimento mais eficiente do ponto de vista tributário, considerando sua preferência por menor tributação e seu horizonte de tempo de três anos.
Diante das alternativas disponíveis no mercado e da estratégia de Rodrigo, a recomendação de Carla deverá priorizar um investimento que reduza a carga tributária e esteja alinhado ao seu horizonte de resgate. A melhor alternativa para essa situação é:

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