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simulado C-Pro R

Simulado C-Pro R - Prova Final 5

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1. Lucas é um exportador que recebe pagamentos frequentes em dólar e busca uma forma de manter parte de suas reservas digitais com menor volatilidade em relação ao par USD/BRL, utilizando a tecnologia blockchain para facilitar transferências futuras. Ele questiona seu consultor sobre a diferença entre investir em Bitcoin e investir em Stablecoins como o USDC ou USDT. Lucas está particularmente preocupado com o mecanismo que garante o valor desses ativos digitais 'estáveis'.

Para sanar a dúvida de Lucas, qual explicação técnica sobre Stablecoins pareadas em moedas fiduciárias é a mais precisa?

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2. Mariana é uma investidora de 38 anos, servidora pública municipal, que possui um perfil de investidor classificado como moderado. Atualmente, ela mantém R$ 150.000,00 aplicados integralmente em uma conta poupança de um grande banco de varejo. Mariana procurou o seu gerente de relacionamento, Ricardo, com um objetivo muito claro: ela deseja garantir o custeio da faculdade de sua filha, que hoje tem 8 anos de idade, daqui a exatos 10 anos. Ela demonstra preocupação com a perda do poder de compra devido à inflação e busca uma alternativa que ofereça segurança, mas com uma rentabilidade superior à da poupança para este prazo específico. Mariana ressalta que não pretende movimentar esse recurso antes do prazo final, visando aproveitar as melhores condições de taxas. Ricardo precisa analisar as opções de Títulos Públicos Federais disponíveis no Tesouro Direto para apresentar a melhor recomendação para este cenário.

Considerando o objetivo de Mariana, o horizonte de investimento e a proteção contra a inflação, qual é a orientação mais adequada que o profissional de relacionamento deve fornecer?

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3. Um cliente possui R$ 500.000 em imóveis, R$ 200.000 em ações e R$ 100.000 em uma reserva bancária. Suas dívidas totais somam R$ 300.000. Se o mercado de ações sofrer uma queda de 50% e o valor dos imóveis permanecer estável, qual será a nova variação percentual no Patrimônio Líquido desse cliente?

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4. Ana e Caio são casados no regime usual de comunhão parcial de bens, mas estão se separando. Quando se casaram, procuraram um consultor de investimentos que lhes sugeriu fazer um PGBL, em nome de Caio, e um VGBL, em nome de Ana. Agora, discutindo a separação, procuraram novamente um consultor de investimentos para saber como deveria ser feita a partilha dos R$200 mil e R$300 mil acumulados no PGBL de Caio e no VGBL de Ana, respectivamente.
O consultor de investimentos lhes orientou que a partilha seja feita de modo que:

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5. Ana Paula, mãe de dois filhos pequenos, está interessada em fazer um planejamento de investimento para garantir uma boa educação para os filhos no futuro. Ela conversou com seu consultor de investimentos sobre a utilização de planos de previdência privada para esse
objetivo, sendo mencionados os planos averbados e instituídos, bem como as diferenças entre PGBL e VGBL. Ana Paula quer um plano que facilite a sucessão patrimonial e ajude a proteger o futuro financeiro de seus filhos.
Com base nesse cenário, a melhor orientação para Ana Paula sobre os planos averbados e instituídos e a escolha entre PGBL e VGBL seria:

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6. Mariana é uma investidora com perfil moderado que possui uma carteira de R$ 850.000,00, composta em 60% por títulos de renda fixa indexados ao IPCA e 40% em fundos multimercados de baixa volatilidade. Durante uma reunião de revisão trimestral com seu gerente de relacionamento, Ricardo, ambos discutem o cenário macroeconômico atual. O último Relatório Focus indica uma tendência de aceleração inflacionária para os próximos 12 meses, acima da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Simultaneamente, o Banco Central sinaliza a manutenção ou o aumento da taxa Selic para conter as expectativas de preços. Mariana demonstra preocupação com o poder de compra de seu patrimônio a longo prazo e questiona Ricardo sobre como a manutenção dessa estratégia de alocação protege seus investimentos diante deste cenário de inflação crescente e juros reais.

Considerando o cenário econômico descrito e o objetivo de proteção do poder de compra de Mariana, qual deve ser a orientação técnica de Ricardo sobre a composição atual da carteira?

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7. Durante uma entrevista de discovery, o profissional de relacionamento Roberto percebe que o cliente, Sr. André, embora possua uma renda elevada de R$ 50.000,00 mensais, não consegue detalhar para onde vai cerca de 40% de sua receita. André afirma que 'gasta conforme a necessidade' e não utiliza planilhas ou aplicativos. Ele deseja iniciar um plano de previdência para os dois filhos pequenos com aportes de R$ 5.000,00 para cada um, mas demonstra preocupação se isso afetará suas viagens anuais de férias, que custam R$ 80.000,00.

Neste processo de análise de informações, qual é o próximo passo fundamental para Roberto antes de implementar a estratégia de previdência?

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8. Luiz se interessou pelos Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs), devido à possibilidade de investir em imóveis com liquidez e de esse tipo de fundo ter um tratamento tributário diferenciado. Sendo assim, seu consultor de investimentos sugeriu que ele comprasse cotas de um FII que distribui rendimentos mensais provenientes de aluguéis de grandes galpões logísticos.
Diante da sugestão do consultor financeiro, trata-se de um:

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9. Fernando, arquiteto de 35 anos, busca um planejamento financeiro que garanta segurança para sua aposentadoria e proteção financeira para sua família. Ele possui um Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), no qual contribui regularmente com 6% de sua renda bruta mensal. Seu objetivo é maximizar os benefícios fiscais e otimizar sua estratégia de sucessão patrimonial. Recentemente, Fernando foi informado de que será pai de gêmeos. Essa nova fase exige ajustes em sua estratégia financeira para acomodar as futuras despesas com educação e saúde dos filhos, além de garantir um planejamento eficiente para sua aposentadoria. Ele consultou Paulo Roberto, profissional certificado ANBIMA, para avaliar as melhores opções para adequar seu portfólio.
Durante a conversa, Fernando mencionou que sua renda bruta anual é de R$ 100.000,00 e que já acumulou R$ 500.000,00 em seu plano PGBL. Ele também tem interesse em estratégias que protejam sua família em caso de alguma eventualidade. A tabela abaixo apresenta as despesas previstas por Fernando após o nascimento dos filhos e os respectivos limites de dedução do Imposto de Renda aplicáveis:

Contribuição PGBL (6%): valor anual R$ 6.000,00: Limite de dedução até 12% de renda bruta

Saúde: valor anual R$ 5.000,00: Dedução Integral

Educação: valor anual R$ 20.000,00: Limite de dedução até R$ 3.561,50

Paulo Roberto explicou a Fernando que o regime de tributação do PGBL pode ser alterado até o momento do resgate, conforme previsto na Lei 14.803/24, e que existe a possibilidade de ampliar suas contribuições para maximizar os benefícios fiscais. Além disso, Fernando deseja entender se complementar seu planejamento com um plano Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) pode ser vantajoso.

Fernando está avaliando o impacto fiscal das suas despesas dedutíveis. Considerando as regras do Imposto de Renda e uma alíquota marginal de 27,5%, a quantia que ele deixará de pagar em impostos devido às deduções aplicáveis é de:

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10. Considerando um investidor de perfil moderado, qual estratégia apresenta melhor equilíbrio entre risco e retorno no longo prazo?

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11. Como é definido o risco de mercado em uma carteira de investimentos composta majoritariamente por ações listadas na B3?

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12. Ao elaborar o balanço patrimonial de um cliente para uma análise de suitability e planejamento financeiro, como deve ser classificado um imóvel financiado e qual o impacto do saldo devedor no cálculo do patrimônio líquido?

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13. Um profissional de relacionamento atende um cliente que possui três objetivos distintos: montar uma reserva de emergência, comprar um imóvel em 2 anos e planejar a sucessão patrimonial para daqui a 30 anos. Qual a estratégia correta de segmentação desses objetivos?

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14. Mariana é uma investidora de 62 anos, viúva, com um patrimônio financeiro de R$ 8.500.000,00 alocado majoritariamente em fundos de investimento e ações de empresas listadas na B3. Recentemente, ela procurou seu consultor de relacionamento, Roberto, expressando preocupação com a futura transferência de seu patrimônio para seus dois filhos. Mariana deseja evitar que os recursos fiquem bloqueados em processos judiciais de inventário por longos períodos e busca uma solução que ofereça liquidez imediata aos herdeiros para o pagamento de custos advocatícios e impostos, como o ITCMD. Ela não abre mão de manter a gestão dos ativos durante sua vida, mas quer simplificar a sucessão. Roberto deve analisar as ferramentas de planejamento sucessório disponíveis no mercado brasileiro que atendam a esses requisitos específicos de liquidez e desvinculação do inventário judicial.

Considerando os objetivos de Mariana quanto à liquidez e ao processo de sucessão, qual instrumento financeiro o profissional de relacionamento deve priorizar na recomendação?

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15. Pedro, diretor executivo de uma multinacional, recebe a maior parte de sua remuneração na forma de bônus por desempenho, distribuídos ao final de cada ano. Os bônus são concedidos em ações da própria empresa. Entretanto, existem restrições sobre o controle dessas ações,
como um período de vesting híbrido, que exige tanto um tempo mínimo de permanência na empresa quanto o cumprimento de metas corporativas. Esse funcionário já acumulou tempo suficiente para que as ações estejam prontas para distribuição, mas ainda precisa alcançar algumas metas empresariais ao longo deste ano. Uma vez cumpridas essas metas, ele terá direito total às ações acumuladas como bônus nos últimos cinco anos, e tais ações serão a parte majoritária, 80%, de seu patrimônio.
Com base nesse cenário, verifica-se que a alocação de investimentos do funcionário ficará:

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16. José entrou em contato com sua corretora em busca de um investimento que lhe oferecesse diversificação e rentabilidade acima da média. Como ele não é considerado um investidor qualificado e tem perfil de risco moderado, seu consultor de investimento sugeriu um
Certificado de Operação Estruturada (COE). O COE oferecido tem validade de dois anos e é baseado em uma operação estruturada do tipo trava de alta com opção de compra. Esse COE combina a compra de uma call (opção de compra) com preço de exercício mais baixo e a venda simultânea de outra call com preço de exercício mais alto. Em caso de um mercado de alta, José obtém rentabilidade positiva dentro dos limites da trava, podendo ser acima da média de outros investimentos conservadores. Em caso de um cenário desfavorável, José pode não obter rentabilidade alguma e, se houver custos associados, pode terminar com um saldo menor do que investiu. Em caso neutro, José pode recuperar o capital investido, mas sem obter um retorno expressivo. José procurou um assessor de investimentos que, durante a
explicação, lhe informou que, embora o COE tenha um vencimento fixo, ele poderia ser negociado antes no mercado secundário, sendo um investimento interessante para ele.
Com base nas características do produto oferecido a José, o Documento de Informações Essenciais (DIE) deve:

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17. Gabriel é gerente de investimentos de um banco e está atendendo André, um cliente que deseja formar um patrimônio de R$ 200.000 dentro de um prazo de cinco anos para utilizar como entrada na compra de um imóvel. Atualmente, André possui R$ 100.000 disponíveis e
quer investir esse valor para alcançar sua meta dentro do período estipulado.
Durante a conversa, Gabriel explica que a escolha dos ativos deve considerar rentabilidade, segurança e liquidez, pois André não pretende fazer novos aportes. Além disso, o cliente busca uma estratégia que minimize riscos, mas também deseja aproveitar oportunidades de
mercado, caso as taxas de juros mudem significativamente ao longo do período.
Outro fator importante é que André não quer estar exposto a oscilações bruscas no curto prazo, pois pretende utilizar esse dinheiro dentro de cinco anos e não deseja enfrentar possíveis perdas inesperadas caso precise resgatar antes do vencimento. Adicionalmente, ele menciona que já investiu em um CDB de liquidez diária no passado e percebeu que a rentabilidade foi abaixo do esperado, o que o deixou receoso em repetir essa estratégia. Diante desse cenário, Gabriel precisa estruturar uma estratégia de investimento que equilibre crescimento patrimonial, controle de risco e flexibilidade diante de mudanças na economia.
A estratégia de investimento mais adequada para André deve considerar seu histórico de experiências anteriores, suas preocupações com oscilações de curto prazo e seu desejo de equilíbrio entre segurança e retorno. Diante desse cenário, a solução mais alinhada ao seu perfil
é:

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18. Dentre as informações que compõem o conhecimento sobre o investidor para fins de recomendação de produtos, qual item é essencial para verificar a regularidade e a origem dos recursos, conforme normas de Compliance e Relacionamento?

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19. Como pode ser definido o 'Efeito de Manada' (Herding Behavior) no contexto dos mercados financeiros?

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20. No que diz respeito à sistemática de tributação de fundos de investimento classificados como de Longo Prazo para fins fiscais, qual é a alíquota de Imposto de Renda (IR) retida semestralmente na fonte por meio do mecanismo conhecido como 'come-cotas'?

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21. Letícia é uma investidora de 40 anos, servidora pública municipal, com renda estável de R$ 12.000,00 e reserva de emergência já constituída em um Tesouro Selic. Ela procurou seu assessor de investimentos para alocar R$ 200.000,00 provenientes da venda de um terreno. Durante a entrevista de Suitability, Letícia demonstrou forte aversão a perdas no curto prazo, mencionando que 'não suportaria ver o saldo negativo por mais de um mês'. No entanto, seu objetivo principal é a aposentadoria daqui a 20 anos, e ela possui um conhecimento técnico moderado sobre o mercado financeiro. Ao analisar o questionário, o sistema a classificou como perfil 'Moderado', porém as respostas qualitativas indicam uma tolerância emocional ao risco muito baixa para oscilações de patrimônio.

Diante da divergência entre a classificação do sistema e o comportamento relatado por Letícia , qual deve ser a conduta do profissional de relacionamento?

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22. Mariana é uma investidora de 38 anos, servidora pública, com perfil moderado e um patrimônio acumulado de R$ 450.000,00, majoritariamente em títulos do Tesouro Direto (IPCA+) e CDBs de liquidez diária. Em uma reunião com seu consultor de investimentos, Ricardo, ela demonstra interesse em iniciar a diversificação em renda variável, especificamente em ações e fundos imobiliários, visando o longo prazo. Mariana possui uma reserva de emergência equivalente a 12 meses de suas despesas habituais. No entanto, ela expressa preocupação com a volatilidade recente do Ibovespa e teme ver seu saldo total diminuir bruscamente em curtos intervalos de tempo. Ricardo analisa que o objetivo de Mariana é bater o CDI no longo prazo para acelerar sua aposentaria, mas sua tolerância emocional a perdas temporárias é limitada.

Considerando o perfil de Mariana e as boas práticas de relacionamento e recomendação de investimentos, qual deve ser a conduta de Ricardo para realizar a primeira alocação em renda variável?

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23. Alice e Marcos se casaram há seis meses e estão pensando em começar a poupar mensalmente uma quantia para sua aposentadoria, daqui a 25 anos. O casal planeja poupar 5% a 10% da sua renda líquida mensal em investimentos com mais risco e resgate ao longo da
aposentadoria e outros 5% a 10% em investimentos de baixo e médio risco, de forma a diversificar seus investimentos. Visando atingir esse objetivo, o casal procurou um consultor de investimento para uma melhor orientação.
Considerando-se o horizonte de investimento do casal, o consultor sugeriu que o melhor investimento para a parcela com alto risco da sua poupança seria:

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24. João, de 55 anos, trabalha como autônomo no setor de design gráfico há mais de 25 anos. Durante sua trajetória profissional, sempre priorizou a reinvestir os lucros do seu negócio e manter reservas de curto prazo para cobrir despesas emergenciais. Agora, com a
aposentadoria se aproximando, ele está preocupado em estruturar melhor seu patrimônio para garantir estabilidade financeira no longo prazo. Atualmente, João possui uma reserva financeira de R$ 500.000,00, distribuída entre uma conta poupança e um CDB com liquidez diária. Ele pretende investir R$ 400.000,00 desse montante para construir uma carteira mais adequada à sua nova realidade, mantendo R$ 100.000,00 como reserva de emergência. Seus principais objetivos são preservar o poder de compra da sua reserva ao longo do tempo e garantir um fluxo de renda complementar quando decidir reduzir sua carga de trabalho. Para obter mais informações sobre suas opções, João procurou sua amiga Luiza, que trabalha no setor de investimentos. Durante a conversa, João ressaltou que não deseja correr grandes
riscos e que valoriza segurança e previsibilidade, mas, ao mesmo tempo, busca um retorno acima da inflação para evitar a perda do valor real do seu patrimônio. Ele também mencionou que deseja um investimento com liquidez moderada, pois planeja começar a fazer retiradas
programadas dentro de 5 a 10 anos.

Diante da necessidade de João de ajustar sua carteira para mitigar riscos e proteger seu patrimônio, ele deve escolher um título do Tesouro Direto que se beneficie das condições atuais do mercado, que é:

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25. Luís é um investidor de perfil Arrojado que detém uma posição relevante em ações de uma grande mineradora, totalizando R$ 800.000,00. Diante de um cenário de incerteza política na China, maior consumidor da commodity, Luís teme uma queda brusca no curto prazo, mas não deseja vender seus papéis por acreditar no valor da empresa a longo prazo. Ele procura seu consultor para discutir o uso de opções como forma de proteção (hedge). O consultor analisa que a compra de uma Opção de Venda (Put) com preço de exercício (strike) ligeiramente abaixo do preço de mercado atual seria a alternativa mais indicada para limitar o risco de queda da carteira, mesmo que isso implique no pagamento de um prêmio.

Qual é a característica técnica desta estratégia de hedge e o impacto para a carteira de Luís?

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26. Sueli é uma investidora de perfil moderado que mantém uma carteira diversificada composta por 60% em renda fixa pós-fixada e 40% em fundos de ações e multimercados. Recentemente, devido a uma forte correção no mercado acionário brasileiro, uma de suas principais posições em um fundo de ações apresenta uma desvalorização nominal de 18% em relação ao capital inicial investido de R$ 100.000,00. Durante uma reunião com seu consultor de investimentos, Tárcio, Sueli demonstra muita resistência em realizar o rebalanceamento da carteira sugerido. Ela afirma que não pode vender as cotas agora porque 'estaria perdendo dinheiro de verdade' e prefere aguardar que o fundo retorne ao valor original de aplicação para, só então, repensar sua estratégia, ignorando que outros ativos do setor apresentam perspectivas de recuperação muito mais rápidas e consistentes.

Considerando os conceitos de finanças comportamentais aplicados ao relacionamento com o investidor, qual viés cognitivo Sueli está manifestando e como Tárcio deve agir para mitigar essa situação?

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27. Em relação à tributação de aplicações financeiras no exterior (Offshore) para pessoas físicas residentes no Brasil, após a sanção da Lei 14.754/2023, qual é a principal mudança na alíquota e periodicidade?

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28. Ricardo e Beatriz, ambos com 28 anos, acabaram de se casar. Eles possuem uma renda mensal conjunta de R$ 15.000,00. Atualmente, o casal mora em um apartamento alugado e não possui dependentes. Eles possuem um pequeno investimento de R$ 15.000,00 e uma dívida de financiamento estudantil de R$ 40.000,00. O objetivo do casal é comprar um imóvel próprio em 5 anos e começar a planejar o futuro de um filho que pretendem ter em 3 anos. O profissional de relacionamento percebe que o casal está na fase de acumulação, mas com um endividamento que consome 15% da renda mensal em juros e amortização.

Considerando o estágio do ciclo de vida e o balanço patrimonial do casal, qual deve ser a prioridade na estratégia de relacionamento?

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29. Dona Beatriz, 72 anos, possui um patrimônio financeiro de R$ 5.000.000,00 alocado prioritariamente em Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs) e ações de empresas pagadoras de dividendos. Ela possui dois filhos e demonstra preocupação com os custos e o tempo de um eventual processo de inventário (ITCMD, custas judiciais e honorários). Beatriz deseja que parte do seu patrimônio seja transmitida de forma célere e com liquidez imediata para os herdeiros, sem passar pelo processo burocrático de sucessão tradicional, mas sem abrir mão da rentabilidade em vida. O profissional de relacionamento está analisando os instrumentos que melhor atendem à necessidade de liquidez sucessória e eficiência tributária dentro do portfólio atual.

Qual estratégia de alocação o profissional deve sugerir para otimizar especificamente o objetivo de liquidez sucessória de Dona Beatriz?

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30. Ao recomendar a um cliente a alocação em um fundo de ações internacional sem proteção cambial (unhedged), o profissional de relacionamento deve alertar que o retorno final do investidor em Reais será determinado por:

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31. Fernando, arquiteto de 35 anos, busca um planejamento financeiro que garanta segurança para sua aposentadoria e proteção financeira para sua família. Ele possui um Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), no qual contribui regularmente com 6% de sua renda bruta mensal. Seu objetivo é maximizar os benefícios fiscais e otimizar sua estratégia de sucessão patrimonial. Recentemente, Fernando foi informado de que será pai de gêmeos. Essa nova fase exige ajustes em sua estratégia financeira para acomodar as futuras despesas com educação e saúde dos filhos, além de garantir um planejamento eficiente para sua aposentadoria. Ele consultou Paulo Roberto, profissional certificado ANBIMA, para avaliar as melhores opções para adequar seu portfólio.
Durante a conversa, Fernando mencionou que sua renda bruta anual é de R$ 100.000,00 e que já acumulou R$ 500.000,00 em seu plano PGBL. Ele também tem interesse em estratégias que protejam sua família em caso de alguma eventualidade. A tabela abaixo apresenta as despesas previstas por Fernando após o nascimento dos filhos e os respectivos limites de dedução do Imposto de Renda aplicáveis:

Contribuição PGBL (6%): valor anual R$ 6.000,00: Limite de dedução até 12% de renda bruta

Saúde: valor anual R$ 5.000,00: Dedução Integral

Educação: valor anual R$ 20.000,00: Limite de dedução até R$ 3.561,50

Paulo Roberto explicou a Fernando que o regime de tributação do PGBL pode ser alterado até o momento do resgate, conforme previsto na Lei 14.803/24, e que existe a possibilidade de ampliar suas contribuições para maximizar os benefícios fiscais. Além disso, Fernando deseja entender se complementar seu planejamento com um plano Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) pode ser vantajoso.

Fernando está considerando ajustes no seu planejamento previdenciário para atender às novas necessidades financeiras de sua família. Dentro desse contexto, a análise que ele deve fazer para garantir que sua estratégia continue adequada ao longo do tempo é:

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32. O Dr. Roberto é um médico bem-sucedido com renda mensal de R$ 50.000,00. Ele possui um financiamento de consultório com taxa de 12% ao ano (saldo de R$ 500.000,00) e utiliza recorrentemente o limite da conta para despesas pessoais pois não quer resgatar suas aplicações financeiras que estão rendendo 105% do CDI (com CDI a 11,25% a.a.). O custo do cheque especial é de 8% ao mês. Além disso, ele possui R$ 1.000.000,00 em um fundo de ações com alta volatilidade. Ele questiona o profissional de relacionamento sobre por que sua conta corrente está sempre no negativo se seu patrimônio total é elevado.

Qual o diagnóstico correto sobre a estrutura financeira do Dr. Roberto e a ação prioritária sugerida?

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33. O risco sistemático é caracterizado por:

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34. Fernando, arquiteto de 35 anos, busca um planejamento financeiro que garanta segurança para sua aposentadoria e proteção financeira para sua família. Ele possui um Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL), no qual contribui regularmente com 6% de sua renda bruta mensal. Seu objetivo é maximizar os benefícios fiscais e otimizar sua estratégia de sucessão patrimonial. Recentemente, Fernando foi informado de que será pai de gêmeos. Essa nova fase exige ajustes em sua estratégia financeira para acomodar as futuras despesas com educação e saúde dos filhos, além de garantir um planejamento eficiente para sua aposentadoria. Ele consultou Paulo Roberto, profissional certificado ANBIMA, para avaliar as melhores opções para adequar seu portfólio.
Durante a conversa, Fernando mencionou que sua renda bruta anual é de R$ 100.000,00 e que já acumulou R$ 500.000,00 em seu plano PGBL. Ele também tem interesse em estratégias que protejam sua família em caso de alguma eventualidade. A tabela abaixo apresenta as despesas previstas por Fernando após o nascimento dos filhos e os respectivos limites de dedução do Imposto de Renda aplicáveis:

Contribuição PGBL (6%): valor anual R$ 6.000,00: Limite de dedução até 12% de renda bruta

Saúde: valor anual R$ 5.000,00: Dedução Integral

Educação: valor anual R$ 20.000,00: Limite de dedução até R$ 3.561,50

Paulo Roberto explicou a Fernando que o regime de tributação do PGBL pode ser alterado até o momento do resgate, conforme previsto na Lei 14.803/24, e que existe a possibilidade de ampliar suas contribuições para maximizar os benefícios fiscais. Além disso, Fernando deseja entender se complementar seu planejamento com um plano Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) pode ser vantajoso.

Fernando está analisando opções para adequar seu planejamento financeiro às mudanças que ocorrerão em sua vida. Com base nas informações fornecidas no case, a melhor opção de investimento para ele é:

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35. Maria é uma investidora que, durante períodos de alta volatilidade no mercado, tende a ficar
ansiosa ao ver muitos investidores comprando ou vendendo ações em massa. Ela percebeu
que acaba tomando decisões precipitadas, apenas porque não quer "ficar para trás" em alguns
momentos. Por isso, Maria foi até seu consultor de investimentos à procura de aprender estratégias para mitigar os impactos do seu comportamento.
Levando em conta a situação de Maria, seu consultor de investimentos lhe sugeriu:

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36. Ao analisar a rentabilidade real de uma carteira de investimentos no Brasil, um profissional deve descontar a inflação do período. Qual é o índice oficial de inflação utilizado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para a meta de inflação e que serve de base para o cálculo dos juros reais nos títulos públicos NTN-B?

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37. Célia é uma profissional autônoma de 34 anos que acumulou R$ 250.000,00 ao longo de uma década de trabalho. Em sua primeira reunião com o assessor de investimentos, ela demonstra grande preocupação com a inflação, pois deseja garantir o poder de compra para a educação futura de sua filha, hoje com 2 anos. No entanto, ao preencher o formulário de Análise de Perfil de Investidor (API), Célia assinala que não suportaria ver o saldo de sua conta diminuir em hipótese alguma, preferindo rentabilidades menores a qualquer oscilação negativa. Ela possui reserva de emergência equivalente a 12 meses de suas despesas mensais em um fundo DI de liquidez imediata. O assessor percebe um conflito entre o desejo de proteção contra a inflação a longo prazo e a extrema aversão à volatilidade de curto prazo da cliente.

Considerando os princípios de suitability e o comportamento de Célia, qual deve ser a conduta do profissional de relacionamento?

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38. Ricardo é um gerente de relacionamento que atende a Sra. Helena, uma investidora de perfil moderado que possui R$ 800.000,00 alocados em dois fundos multimercados distintos (Fundo Alpha e Fundo Beta). Durante a reunião trimestral de acompanhamento, Helena questiona por que o Fundo Alpha, que entregou uma rentabilidade de 12% no último ano, é considerado 'pior' em termos de eficiência do que o Fundo Beta, que rendeu 10,5% no mesmo período. Ricardo observa que a taxa livre de risco (Selic) do período foi de 9%. Ao analisar os dados técnicos, o gerente identifica que o Fundo Alpha possui um desvio padrão de 6% ao ano, enquanto o Fundo Beta apresenta um desvio padrão de 2,5% ao ano. Helena busca entender qual dos gestores agregou mais valor considerando o risco assumido nas estratégias de volatilidade das carteiras.

Considerando o Índice de Sharpe como métrica de desempenho ajustado ao risco para comparar os dois fundos, qual deve ser a explicação técnica de Ricardo para a investidora?

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39. Após seis meses da conquista da conta de Sr. Mário, um investidor arrojado com R$ 20 milhões alocados, o mercado financeiro sofre uma queda brusca de 15% devido a uma crise política inesperada. Diversos fundos multimercado na carteira de Mário apresentam rentabilidade negativa no mês. Ele entra em contato com seu assessor, Paulo, demonstrando irritação e questionando a qualidade das recomendações feitas na fase de prospecção. Paulo tem agendado uma reunião de revisão de portfólio para o dia seguinte.

Qual deve ser a postura de Paulo para manter o relacionamento e transformar esse momento de crise em um reforço de confiança?

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40. Ricardo é um investidor de perfil moderado que possui uma posição relevante em ações da Vale (VALE3), totalizando R$ 450.000,00. Ele está preocupado com a volatilidade do setor de mineração no próximo trimestre devido à desaceleração industrial global, mas não deseja vender seus papéis, pois acredita na valorização de longo prazo e no recebimento de dividendos. Ricardo procura sua gerente de relacionamento, Beatriz, buscando uma estratégia para proteger seu patrimônio contra uma queda acentuada nos preços das ações no curto prazo, aceitando pagar um prêmio para garantir um preço mínimo de venda, mantendo o potencial de ganho caso o mercado suba. Simultaneamente, ele questiona se vender contratos futuros de índice seria uma alternativa viável para essa proteção específica da sua carteira de ações individuais.

Diante da necessidade de proteção (hedge) apresentada por Ricardo para sua posição específica em VALE3, qual orientação Beatriz deve fornecer como a estratégia mais adequada ao perfil e objetivo do cliente?

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41. Mariana é uma arquiteta autônoma de 32 anos que decidiu organizar sua vida financeira após um ano de receitas irregulares. Ao se reunir com Ricardo, seu consultor de relacionamento, ela apresenta seus dados do último semestre: uma receita média mensal de R$ 12.000,00, despesas fixas (aluguel, condomínio, seguros) que somam R$ 6.500,00 e despesas variáveis (lazer, alimentação fora, transporte) que totalizam R$ 4.000,00. Mariana possui uma reserva de emergência de R$ 30.000,00 em um fundo DI e não possui dívidas onerosas. Ela deseja iniciar um plano de previdência complementar, mas está preocupada com a volatilidade de sua renda mensal devido à natureza de sua profissão de profissional liberal.

Ao analisar o balanço e o fluxo de caixa de Mariana para determinar sua capacidade de investimento mensal, qual deve ser a principal recomendação de Ricardo?

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42. Ao elaborar o balanço patrimonial de um cliente para fins de planejamento de investimentos, como deve ser classificado um imóvel residencial que é utilizado como moradia própria pela família?

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43. Stella é acionista minoritária de uma grande companhia aberta no Brasil, mas ela está se mudando para a Escócia, para assumir uma posição em uma empresa multinacional. Antes de partir, ela deseja compreender como a mudança pode impactar seus direitos como acionista, razão pela qual ela buscou orientações com um consultor em investimentos. Uma das preocupações de Stella é garantir que sua participação nas assembleias gerais e seus direitos de voto sejam exercidos corretamente, mesmo à distância.
Considerando-se as demandas de Stella em relação aos seus direitos de voto, o consultor em investimentos deve aconselhá-la a:

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44. No contexto de prospecção de clientes no mercado financeiro, o que melhor define o conceito de 'Lead'?

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45. Em um cenário de elevação persistente das expectativas de inflação medida pelo IPCA e sinalização de aumento da taxa básica de juros (SELIC) pelo Comitê de Política Monetária (COPOM), qual o impacto esperado nos preços dos títulos públicos federais prefixados (LTN) e NTN-B no mercado secundário?

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